75 RJ do ar Baden-Powell? Lá em 1939.

Encontramos um material fotográfico incrível, de um acampamento escoteiro e outras atividades, provavelmente ocorridos em 1939.

Todo o material estava nesse envelope abaixo com a data de 04/03/1939, endereçado a “Meira”. Então, imaginamos que foram atividades realizadas e fotografadas naquele verão ou meses antes.

Trata-se de 15 fotografias com seus respectivos negativos, pequenas, que trazem marcas do tempo. Mas a maior surpresa é que todas as fotos tem descrições no seu verso, inclusive com nomes das pessoas. Muitas das observações são escritas em inglês e algumas misturam inglês com português e outras são exclusivamente em português.

Isso, associado a outras evidências, permite supor que se trata de atividades do 1st Rio Baden-Powell Boy Scout Group, hoje conhecido como 75 RJ Grupo Escoteiro do Ar Baden-Powell, que há pouco completou um século de atividades e tem um livro publicado contando sua trajetória (1). Todavia, como o endereço do laboratório fotográfico é de São Paulo e muitos nomes não conseguimos relacionar com os citados naquele livro, não se exclui a possibilidade de ser o 2nd. São Paulo Scout Troop, hoje 2 SP Grupo Escoteiro Carajás.

Os Negativos

 

O conjunto das fotos

Passaremos a expor as fotos com o seu respectivo verso e algumas possíveis relações que acabamos realizando, pesquisando no livro comemorativo do centenário do Grupo Escoteiro Baden-Powell.

 

Montando acampamento

 

 

Finalizando barracas

Na referência citada (1), se encontra o nome de Henry H. LICHTWARDT, como antigo escotista do grupo, em 1937. Na foto acima, aparece Robert, como membro juvenil, com mesmo sobrenome, não sabemos se há relação de parentesco.

 

Essa foto cita o Chefe David de Barros, que na referência (pg. 34) aparece como Comissário Administrativo da UEB. Novamente aparece o sobrenome Lichtwardt, desta vez citando John.

 

O Chefe David é citado nessa outra foto também, sem o sobrenome, que se refere a uma inspeção. Há também a narrativa de um jovem que queria ir embora e tentou fugir do acampamento (no quadro em vermelho).

 

Esta anotação na foto revela 45 pessoas para alimentação, sem dúvida foi um acampamento grande.

Outra imagem que faz referência para inspeção, parece esse ser um bom momento para as fotos.

Alguém passou realmente mal durante a noite, cena que acontece em acampamentos.

Atividades acontecendo, a louça precisa ser limpa

 

Acampamento chega ao fim, secando o material antes de empacotar.

Observações sobre o local de acampamento

Um par destas destas fotos apresenta atividades da alcateia, tiradas em outro momento.

O livro Keep on, Keeping on cita que a sede do grupo 75 RJ em Ipanema, foi inaugurada justamente nesse ano, porém em 1°. de julho. Observando os negativos destas duas fotos, eles são bem diferentes dos demais, talvez essas fotos tenham sido tiradas e reveladas em oportunidades distintas e apenas guardadas juntas.

Segundo o texto, a sede era na Rua Barão da Torre 44. Em segundo plano se observa um morro. Seria o Cantagalo? Seria essa uma foto da inauguração da sede? De acordo com a legenda da foto, sim. “Inauguração do Club House”.

Inauguração da Club House

 

Esta parece ter sido tirada apenas para concluir o filme fotográfico, pois mostra apenas uma paisagem é é uma das mais deterioradas. A legenda descreve o Arpoador, que seria a umas três ou quatro quadras da sede da rua Barão da Torre…

A ajuda de outros chefes que possuam fotos de época semelhante, ou registro dos nomes dos associados dos grupos escoteiros do final da década de 1930 ajudará a conclusão sobre a origem definitiva destas imagens, registro com mais de 75 anos do escotismo brasileiro.

Fonte:

1 – Boulanger, A., Moutinho, M., Borges, D. Keep on, keeping on, Letra Capital, 111 p, Rio de Janeiro, 2016.

Romaria de Santo Amaro

O desafio é de 15 Km.

Essa é a distância que separa o distrito de Santo Amaro do centro da cidade de General Câmara e é o trajeto que os romeiros percorrem no dia 14 de janeiro.

Há 230 anos ocorre essa festa em louvor a Santo Amaro, no distrito de colonização açoriana que recebe seu nome e que já foi a sede do município.

Lançamos o desafio para o 3º. Distrito Escoteiro do RS e nesse ano de participação escoteira oficial, tivemos seis pessoas e um carro de apoio formando nosso contingente. Esperamos aumentar esse efetivo no próximo ano.

Atravessando o Rio Jacuí para São Jerônimo, uma chuva torrencial nos encontra

Atravessando o Rio Jacuí para São Jerônimo, uma chuva torrencial nos encontra

Chegando em General Câmara o tempo abre, nosso contingente está composto

Chegando em General Câmara o tempo abre, nosso contingente está composto

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A Jornada inicia

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Proteção e acompanhamento da Brigada Militar

Proteção e acompanhamento da Brigada Militar

Ponto de apoio oficial para os romeiros

Ponto de apoio oficial para os romeiros

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Belas paisagens pelo caminho

Belas paisagens pelo caminho

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No trevo de acesso para Santo Amaro, trocando de estrada, faltam 4 km

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Chegamos!

Chegamos!

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Na missa, comunhão acontecendo.

Grupo Padrão – Algumas reflexões

    A premiação de Grupo Padrão atinge doze anos de existência nos Escoteiros do Brasil, se considerarmos esse modelo atual. Houve avanços e aperfeiçoamentos, onde a migração integral para dentro do Sistema de Informação e Gerenciamento de Unidades Escoteiras (Sigue), com a abolição dos formulários em papel foi o mais relevante, mas entendemos que novas modificações poderiam ser implantadas. Não se trata de aumentar a pontuação para obtenção dos graus, mas de pulverizar as possibilidades para essa conquista.

     Estas observações se baseiam em 10 anos de experiência do Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS em concorrer ao prêmio e sempre obter ao longo dessa década o grau Ouro, sendo o segundo grupo escoteiro do Rio Grande do Sul mais laureado. Em primeiro lugar está o Grupo Escoteiro Jacuí 33 RS que sempre foi Ouro nos 12 anos, padrinho do Chama Farroupilha. Ambos fazem parte do 3º. Distrito Escoteiro do RS. Pensamos que está na hora de retribuir os progressos que o envolvimento com o grupo padrão nos permitiu, oferecendo um feedback do processo. Como sugestão para análise das pessoas competentes, apresentamos as considerações que seguem abaixo.

     A metodologia atual tem um foco muito intenso nas atividades de grupo, ao mesmo tempo que a instituição tem um apelo forte para a participação dos jovens em eventos maiores, que poderiam ser contemplados na pontuação do grupo padrão. Essa dicotomia leva a escolhas desnecessárias na montagem dos calendários das seções. Cada grupo escoteiro tem ênfase diferente nas atividades que desenvolve e a limitação das ações necessárias para a conquista da premiação poderá levar a padronização das atividades do grupo ao longo dos anos, por comodidade, o que é ruim para o método escoteiro, onde a variedade deverá ser a tônica.

     A participação em grandes atividades escoteiras como Jamborees de qualquer porte deveriam estar incluídas porque são eventos que demandam um grande esforço do grupo escoteiro e de sua comunidade. Isso incluiria os jamborees nacionais, os nacionais de outros países, os interamericanos e demais continentais e os mundiais. É inegável a onda de motivação e reciclagem que atinge um grupo escoteiro quando alguns de seus integrantes participam de um jamboree, isso merece ser reconhecido e é digno de um Grupo Padrão.

     Eventos tradicionais promovidos pelo nível nacional e aplicados pelo nível local como o Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Ecológica (Muteco) e o Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Comunitária (Mutcom) estão incluídos, todavia o JOTA – JOTI (Jamboree on the Air – Jamboree on the Internet), que é uma promoção muito mais antiga, consolidada, de aspecto mundial e com grande adesão dos grupos brasileiros, não pode ser pontuado no grupo padrão. O evento bianual Elo Nacional, que ocorre há quase quarenta anos, deveria ser parte da premiação também. Da mesma maneira, a participação em atividades nacionais ou regionais de ramo poderiam fazer parte do grupo padrão, tipo Aventura Sênior, Mutirão Pioneiro, etc.

     Ações mais recentes como o Concurso de Vídeos, a Gincana Cultural Escoteira e aqueles já consolidados como o Grande Jogo Aéreo, Grande Jogo Naval, Ajuris de modalidades e Feira Nacional de Projetos Escoteiros são exemplos de outros eventos que demandam empenho, dedicação e que poderiam refletir na pontuação do Grupo Padrão.

     Uma bandeira eventualmente levantada e que poderia ser permanente e uma política institucional dos Escoteiros do Brasil porque tem alto valor e impacto social, é a Doação de Sangue. O ramo Pioneiro e os escotistas e dirigentes assumiriam esta importante atitude como uma atividade contínua, ininterrupta, dos Escoteiros do Brasil. Ao invés de eventuais e individuais atos, a doação poderia ser cadastrada no Sigue, controlada como se faz com os Recrutadores e cada doação anual de um membro adulto registrado no grupo, resultaria em alguns pontos para o grupo padrão. Dessa maneira, seriamos permanentes doadores de sangue e saberíamos, através dos filtros do Sigue, o impacto de nosso empenho.

     Considerando a regulamentação na Resolução da Direção Nacional 02/2012 do Grupo Padrinho e dada a quantidade de esforço envolvida nesse processo, entendemos que a validade da pontuação deveria ser ampliada para três ou quatro anos. Cabe lembrar que a resolução cita o grupo padrão como argumento para sua edição mas a pontuação do grupo padrão, que era prévia a resolução, não foi adequada ao período de trabalho atual.

     Entende-se que a inclusão de itens nessa premiação também reflita aquelas áreas estratégicas, onde a instituição gostaria que os grupos escoteiros tivessem suas ações implantadas ou melhoradas. Dessa forma, estimular os grupos a participarem dos fóruns de discussão e votação é uma maneira de termos uma instituição verdadeiramente democrática e transparente, com debates ocorrendo nos locais apropriados. Por isso, pontuar a participação do grupo nas Assembleias Regionais com Delegados e nas Assembleias Nacionais seria muito importante para estimular esta presença.

     Um grupo padrão também deve manter seus escotistas e dirigentes atualizados e em contato com outros adultos do Movimento Escoteiro. Nesse sentido a participação em pelo menos um Encontro Regional de Escotistas de ramo, ou eventos semelhantes ao Encontro Nordeste de Escotistas e Dirigentes e o Congresso de Educação Escoteira deveriam estar presentes na conquista da premiação.

     Assim, além da pontuação pela formação analítica específica nos níveis preliminar, básico e avançado, os demais cursos oficiais complementares oferecidos pelas Equipes de Formadores poderiam pontuar naquele ano em que foram assistidos, tais como os eventuais Cursos Técnicos de Ramo, de Mística, de Fogo de Conselho, de Livro da Jangal, etc., favorecendo a formação continuada.

     Como modo de estimular e envolver ainda mais a participação dos jovens nesta conquista, os distintivos especiais também poderiam render alguns poucos pontos, talvez com limite por ramo, assim o grupo escoteiro poderia pontuar quatro vezes no ano com os distintivos de Cruzeiro do Sul, Lis de Ouro, Escoteiro da Pátria e Insígnia de B-P. Esse limite de pontos para o grupo padrão serviria para que essas conquistas não fossem facilitadas ou desvirtuadas, embora não limitassem as conquistas no grupo, somente os pontos ao Grupo Padrão, que isso fique bem claro. O jovem saberia que sua progressão pessoal serviu para um prêmio maior para o grupo.

     Outrossim, o uso do Calendário Anual de Atividades da Unidade Escoteira Local no Sigue, como critério obrigatório de participação não traz benefício ou aplicação direta no grupo escoteiro. Usualmente isto é preenchido somente para possibilitar a concorrência ao prêmio. Entendemos que esse item deveria ser retirado de critério obrigatório ou substituído por outro de verdadeira relevância para o funcionamento ou qualidade do grupo escoteiro.

     Após doze anos de aplicação do prêmio e de dez anos de nossa participação consolidada, entendemos que essas reflexões são necessárias porque traduzem o sentimento e as necessidades daquelas pessoas empenhadas na conquista da distinção, com o objetivo de reciclar e arejar a premiação, tornando-a mais interessante e flexível, talvez possibilitando aos grupos escoteiros transitar por meios mais abrangentes de pontuação. Aos encarregados institucionais por essa atividade nossos sinceros agradecimentos e respeito. Essa ferramenta nos ajuda muito a melhorar como grupo escoteiro.

Na Rádio Líder do Vale, programa Escoteiro em Ação

     Participamos no dia 13 dezembro, no programa Escoteiro em Ação, que é um programa de rádio totalmente dedicado ao escotismo e apresentado pelo chefe Thiago Marafigo e neste dia contou com a ajuda do pioneiro Germano, ambos do Grupo Escoteiro Peregrino. A rádio é profissional, mas os comunicadores são voluntários do escotismo como todos nós, participando ativamente do movimento.

      A rádio pode ser ouvida diariamente em http://www.radio.liderdovale.com.br

    O programa vai ao ar todas as terças-feiras, no horário das 20 às 21 horas, a história do programa e eventos futuros podem ser acompanhados em

https://www.facebook.com/programaderadioescoteiroemacao/?hc_ref=PAGES_TIMELINE

     A sugestão de pauta era conversarmos sobre Jamborees e eventos internacionais, motivados pela proximidade do JamCam Interamericano que iniciará nos próximos dias no Equador.

     A experiência foi fantástica, os apresentadores são dinâmicos, interessantes e tudo acontece no maior espirito e fraternidade escoteira.

     Sendo escoteiro ou não, se planeje para toda a terça-feira ouvir o programa porque sempre é muito interessante, com variados convidados e temas sempre diferentes. Por ser uma web rádio, pode ser ouvida em qualquer canto do mundo.

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A esquerda o pioneiro Germano e ao centro o chefe Thiago Marafigo, apresentador e idealizador do programa

O áudio da entrevista está disponível em:

3° Distrito Escoteiro RS, um novo desafio

     Então iniciamos um novo desafio, junto com os demais escoteiros da área em que moramos, optamos por ter uma vida distrital ativa e estamos nos organizando. Esperamos melhorar muita a quantidade e a qualidade de que oferecemos para nossos jovens, bem como expandir o escotismo na região. Para tal, iniciamos com uma Indaba, que descrevemos a seguir:

     O encontro foi realizado na sede do grupo escoteiro do Mar Carajás, em São Jerônimo, no dia 6 de dezembro de 2016, com duas horas de duração. Presentes 20 pessoas, dos grupos escoteiros Do Mar Carajás (São Jerônimo), Cerro da Raposa (Arroio dos Ratos), Chama Farroupilha (Triunfo), Jacuí (Charqueadas) e Presidente Costa e Silva (Taquarí).

     Houve hasteamento da Bandeira Nacional, momento de oração e jogo de interação para apresentação dos presentes.

     Brevemente, foi apresentada e estrutura geográfica do 3° Distrito atual, feito um histórico deste processo, justificativas e vantagens para os grupos escoteiros em se ter um Distrito unido e ativo.

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     Então, foi exposta e aprovada, após debate em grupos de trabalho heterogêneos, a estrutura inicial do Distrito com: um coordenador adjunto, conselho distrital, equipes de ramos e equipe de comunicação. Abaixo em anexo está esquematizada esta estrutura.

     Em seguida, os grupos de trabalho foram formados por chefes do mesmo grupo escoteiro para definirem nomes e participação na estrutura distrital, em cada ramo.

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     Após, foi aprovado o chefe Bráulio Bortoloto (GE Jacuí) como Coordenador Adjunto, que assumiu a confecção da ata do encontro em novo livro da Atas do Distrito.

     A seguir, se reuniram os chefes de um mesmo ramo, de grupos escoteiros diferentes. As Equipes de ramo foram montadas com um integrante de cada grupo escoteiro e já escolheram seus líderes para organizar o processo. Programarão posteriormente as atividades distritais que serão realizadas. O Elo Nacional em 28 e 29 de outubro de 2017 será uma atividade distrital em local a ser definido após cada grupo escoteiro discutir o assunto com os demais chefes que não puderam comparecer. Serão realizadas duas Indabas anuais, posteriores aos Encontros Regionais de Coordenadores Distritais (estes em 30/04 e 24/09).

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     Ao final, foram lançadas várias sugestões e ideias para desenvolvimento posterior, à medida que os trabalhos forem avançando e o Distrito se tornando mais estruturado, por exemplo a abertura de grupos em cidades vizinhas que não tem escoteiros, a realização de cursos de formação no Distrito, o apoio mútuo para desenvolver competências e para participação em eventos, dentre outros.

A reunião foi encerrada com a assinatura da ata pelos presentes e o arriamento do Pavilhão Nacional.

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Anexo:

Organograma do 3° Distrito

Estrutura do 3° Distrito RS

Função

Nome

Grupo Escoteiro

Coordenador Distrital

Maurício Roth Volkweis

Chama Farroupilha

Coordenador Distrital Adjunto

Bráulio Bortoloto

Jacuí

Conselho Distrital

Élvio Mariante

Carajás

Lucas Meister

Chama Farroupilha

Batistino Renner

Costa e Silva

Braulio Bortoloto

Jacuí

Luciane Menezes

Cerro da Raposa

Ramo Lobinho – Coordenador

Sabele Carvalho

Chama Farroupilha

Telmo Blanco

Cerro da Raposa

Fabiana

Carajás

Cristiane Alves Maia

Costa e Silva

Jorge Ribeiro

Jacuí

Ramo Escoteiro – Coordenador

Tiago da Silva Silveira

Chama Farroupilha

Luciane Baseggio de Menezes

Cerro da Raposa

Manoel Marques dos Santos Neto

Carajás

Allan Castro

Costa e Silva

Cristiane de Paula Fernandes

Jacuí

Ramo Sênior – Coordenador

Mateus Schenk Freitas

Chama Farroupilha

Jacson Gamalho

Cerro da Raposa

Élvio Mariante

Carajás

Marcos Silveira

Costa e Silva

Ana Paula Bortoloto

Jacuí

Ramo Pioneiro – Coordenador

Luis Antônio Duarte da Silva

Cerro da Raposa

Patrick Antônio Azzi

Carajás

Gabriel de Lima Freitas

Chama Farroupilha

Vago

Jacuí

Vago

Costa e Silva

Comunicadores

Alexsandro Castro

Letícia Motta

Direção Regional – 20 anos depois!

     Havia 20 anos que os Diretores Regionais da Região do Rio Grande do Sul não visitavam o Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183RS! O Estado é grande, muitos grupos escoteiros, agenda lotada de atividades, não é fácil estar presente nos grupos. Há que se saber esperar, que a vez chegará novamente.

     Enfim, nossa Diretora-Presidente Cristine Ritt e o Diretor Vice-Presidente Geraldo Tiarajú Barbosa estiveram em nossa sede no dia 29 de outubro de 2016.

     O clima estava fantástico, uma tarde quente, ensolarada, própria para atividades escoteiras, quando nossos diretores chegaram. Para um momento tão aguardado, convidamos os grupos da Região Carbonífera para participarem desse encontro e o Grupo Escoteiro do Mar Carajás 73RS, de São Jerônimo, acolheu nosso convite e compareceu em peso.

     Tarde de muitas alegrias, onde podemos apresentar esses dois grupos, com os jovens em atividade, ouvir a Direção Regional, confraternizar e conversar sobre os rumos do Escotismo em nossa região.

     Obrigado aos Diretores Cristine e Tiarajú, obrigado ao G.E. do Mar Carajás. Obrigado a Diretoria Local e grupo de pais do Chama Farroupilha que preparou a recepção e confraternização. A semente está plantada, agora esperamos a árvore crescer e frutificar.

Visita a sede, chefes Maurício Volkweis, Cristine Ritt e Élvio Mariante

Visita a sede, chefes Maurício Volkweis, Cristine Ritt e Élvio Mariante

 

No pátio da sede, chefes Tiarajú, Élvio, Maurício e Cristine

No pátio da sede, chefes Tiarajú, Élvio, Maurício e Cristine

Matilha ansiosa pelo momento histórico

Matilha ansiosa pelo momento histórico

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Momento de trabalho, Chefes Maurício, Daniel Franco (em pé), Krause, Cristine, Élvio, Tiarajú e Lucas Meister

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De frente, chefes Maurício, Krause e Lucas. De costas, chefes Tiarajú, Élvio e Cristine.

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Apresentação dos Diretores Regionais aos jovens dos dois grupos

Apresentação dos Diretores Regionais aos jovens dos dois grupos, oportunidade em que o chefe Morvan Oldenburg foi homenageado, resgatando uma distinção que havia se perdido no tempo.

Momento de confraterrnização

Momento de confraternização

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Parte dos chefes presentes no encontro

Tarde de Muitas Emoções e Lembranças

     No dia 1°. de outubro realizamos na cidade de Triunfo, RS, a Tarde de Lembranças. Convidamos os antigos escoteiros do Grupo Escoteiro Chama Farroupilha a comparecerem na sede, levando suas memórias, histórias, fotos, documentos, distintivos, lenços, etc.

     O objetivo era promover um momento de reencontro entre os antigos membros do grupo e integração com os jovens atuais. Cada integrante de hoje foi convidado a oferecer um prato de lanche para compartilhar e montarmos um buffet, a tropa escoteira montou um canto de patrulha e realizou atividades típicas de acampamento no pátio da sede. No interior, montamos algumas ilhas de lembranças, com fotos físicas, fotos projetadas, antigas bandeirolas, livros de presença de reuniões e vídeos de acampamento, de maneira que as pessoas pudessem circular de uma para outra área. O grupo tem 30 anos de contínua atividade, portanto várias gerações já passaram por aqui.

     O resultado?

     Surpreendente. Literalmente todas as gerações do grupo estiveram presentes. Muitas pessoas, muitas histórias, uma alegria enorme de rever as pessoas. Antigos membros do grupo comparecendo com suas famílias, esposas e maridos, relembrando o caminho trilhado na construção desse grupo.

     Contamos com a presença dos fundadores do grupo como os chefes Saulo Radin e Achiles Goldani Neto e a sra. Dalva Ferreira. Os dois primeiros membros que conquistaram o distintivo Lis-de-Ouro, Adriel Oliveira e Vagner Machado. A primeira geração de jovens representados por Marques Pizetta e Ercílio Pizetta que realizaram o hasteamento, Douglas Matias e Alexsandro Castro. Meus escoteiros que viraram colegas de profissão, Dyego Lemos e Vinícius Felten. E tantos outros e outras não menos queridos, que ficou impossível nominar todos que estiveram presentes.

     Depois de 35 anos no Movimento Escoteiro, dos quais 29 passados no Chama Farroupilha, é gratificante e emocionante ver o caminho trilhado. Impossível não ficar orgulhoso vendo e ouvindo tantas pessoas com incontáveis boas lembranças do grupo e do escotismo e verbalizarem como o escotismo impactou positivamente em suas vidas. Realmente, fiquei muito sensibilizado, com dificuldade em traduzir tantos sentimentos bons.

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Abertura do evento

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Momento de oração realizado pelo chefe Morvan Oldenburg

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Da esquerda para a direita: Chefes Marcos Birck, Daniel de Souza Franco, Maurício Volkweis e Morvan Oldenburg

Foto oficial com os presentes as 15 horas

Foto oficial com os presentes as 15 horas

Tropa escoteira em atividade

Tropa escoteira em atividade

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Dr. Achiles Goldani Neto, fundador do Chama Farroupilha, e Tibério Kober

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Revendo videos e fotos antigas

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Lanche oferecido pelos membros atuais

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Videos do acampamento Veneza, realizado em 1993 e filmado originalmente em VHS

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Irmãos Ercílio e Marques Pizetta com suas famílias e Alexsandro Castro, integrantes da primeira geração de membros juvenis do grupo

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Da esquerda para a direita: Chefes Lucas Meister, Cintia Franco, Mateus Freitas, Letícia Motta e Daniel Franco de Souza

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Douglas Matias, Saulo Radin, fundador do grupo, e Alexsandro Castro

Douglas Matias, Saulo Radin (fundador do grupo), e Alexsandro Castro

A triste geração que tudo idealiza e nada realiza

A triste geração que tudo idealiza e nada realiza

Demorei sete anos (desde que saí da casa dos meus pais) para ler o saquinho do arroz que diz quanto tempo ele deve ficar na panela. Comi muito arroz duro fingindo estar “al dente”, muito arroz empapado dizendo que “foi de propósito”. Na minha panela esteve por todos esses anos a prova de que somos uma geração que compartilha sem ler, defende sem conhecer, idolatra sem porquê. Sou da geração que sabe o que fazer, mas erra por preguiça de ler o manual de instruções ou simplesmente não faz.

Sabemos como tornar o mundo mais justo, o planeta mais sustentável, as mulheres mais representativas, o corpo mais saudável. Fazemos cada vez menos política na vida (e mais no Facebook), lotamos a internet de selfies em academias e esquecemos de comentar que na última festa todos os nossos amigos tomaram bala para curtir mais a noite. Ao contrário do que defendemos compartilhando o post da cerveja artesanal do momento, bebemos mais e bebemos pior.

Entendemos que as BICICLETAS podem salvar o mundo da poluição e a nossa rotina do estresse. Mas vamos de carro ao trabalho porque sua, porque chove, porque sim. Vimos todos os vídeos que mostram que os fast-foods acabam com a nossa saúde – dizem até que tem minhoca na receita de uns. E mesmo assim lotamos as filas do drive-thru porque temos preguiça de ir até a esquina comprar pão. Somos a geração que tem preguiça até de tirar a margarina da geladeira.

Preferimos escrever no computador, mesmo com a letra que lembra a velha Olivetti, porque aqui é fácil de apagar. Somos uma geração que erra sem medo porque conta com a tecla apagar, com o botão excluir. Postar é tão fácil (e apagar também) que opinamos sobre tudo sem o peso de gastar papel, borracha, tinta ou credibilidade.

Somos aqueles que acham que empreender é simples, que todo mundo pode viver do que ama fazer. Acreditamos que o sucesso é fruto das ideias, não do suor. Somos craques em planejamento Canvas e medíocres em perder uma noite de sono trabalhando para realizar.

Acreditamos piamente na co-criação, no crowdfunding e no CouchSurfing. Sabemos que existe gente bem intencionada querendo nos ajudar a crescer no mundo todo, mas ignoramos os conselhos dos nossos pais, fechamos a janela do carro na cara do mendigo e nunca oferecemos o nosso sofá que compramos pela internet para os filhos dos nossos amigos pularem.

Nos dedicamos a escrever declarações de amor públicas para amigos no seu aniversário que nem lembraríamos não fosse o aviso da rede social. Não nos ligamos mais, não nos vemos mais, não nos abraçamos mais. Não conhecemos mais a casa um do outro, o colo um do outro, temos vergonha de chorar.

Somos a geração que se mostra feliz no Instagram e soma pageviews em sites sobre as frustrações e expectativas de não saber lidar com o tempo, de não ter certeza sobre nada. Somos aqueles que escondem os aplicativos de meditação numa pasta do celular porque o chefe quer mesmo é saber de produtividade.

Sou de uma geração cheia de ideais e de ideias que vai deixar para o mundo o plano perfeito de como ele deve funcionar. Mas não vai ter feito muita coisa porque estava com fome e não sabia como fazer arroz.

Texto de Marina Melz

Acampamento da Chama Crioula

     Nos dias 10 e 11 de setembro de 2016, o Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 realizou em Triunfo um acampamento para guarda e ronda da chama crioula, simbolo da Semana Farroupilha, centelha que representa as tradições e orgulho do povo gaúcho. Este ano, a chama crioula foi gerada em Triunfo, na Ilha do Fanfa, palco de um dos combates da Revolução Farroupilha, que também foi escolhida há 28 anos atrás para emprestar seu nome para uma  patrulha sênior do Chama Farroupilha.

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     Contamos com a visita de uma patrulha de escoteiros do Grupo Escoteiro Charruas, de Porto Alegre e uma patrulha de seniores e guias do Grupo Escoteiro Jacuí, de Charqueadas, município vizinho também na região Carbonífera. A presença destes grupos abrilhantou a atividade e proporcionou excelente confraternização e a oportunidade de nossos jovens terem contato com escoteiros de outros lugares e grupos.

     O evento foi realizado no Parque Camboatá, mesmo local que há 30 anos foi realizada a primeira promessa do Chama Farroupilha. Este parque, que antigamente era palco de grandes eventos da comunidade Triunfense, como o Rodeio, o festival musical Escaramuça da Canção Gaudéria, Feira de Artesanato, Triunfo em Festa, etc, também já sediou um evento regional do ramo lobinho, o II AGAARS (Acantonamento Geral das Alcateias Amigas do Rio Grande do Sul), oferece uma excelente estrutura de acampamento remanescente daquela época.

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     Foi uma atividade maravilhosa, onde as condições climáticas estavam perfeitas, tudo concorrendo para o sucesso do evento.

     Ao final, o Clã Pioneiro Chama Farroupilha foi homenageado pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (M.T.G.), órgão oficial que controla e orienta a prática e o culto as tradições riograndenses, com o pin dos 50 anos desta entidade pelos serviços prestados durante a recepção das delegações de diferentes municípios a Triunfo, em agosto, com visita guiada aos prédio históricos da cidade.

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Clã Chama Farroupilha no momento do agradecimento recebido do M.T.G. (Movimento Tradicionalista Gaúcho)

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Pin dos 50 anos do MTG, entregue a cada um dos membros do Clã Pioneiro Chama Farroupilha.

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Distintivo da atividade

 

Distrito Escoteiro, uma reflexão histórica

     Há 36 anos sou escoteiro em uma mesma área geográfica do Estado do Rio Grande do Sul, precisamente a Região Carbonífera e posso dizer com tranquilidade que sempre carecemos de um Distrito Escoteiro que nos contemplasse.
     O modelo que agrega os municípios da Região Carbonífera com outros mais distantes nunca funcionou para os grupos às margens dos rios Jacuí e Taquarí. Tivemos vários, em diferentes composições ao longo de tantos anos, como 3º. e como 27º. distritos, com Comissários, Diretores, Coordenadores (essa mudança de nomenclatura nunca refletiu nenhuma melhora na qualidade, pura semântica), enfim, de diferentes localidades; lembro de 8 deles, alguns com mais de um mandato. Houve até quem atrapalhasse os grupos criando burocracias, engavetando papéis e exigindo algumas viagens em uma época antes do Sigue.
     Na década de 1970 o argumento ouvido dos próprios “Comissários Distritais” era que só havia o GE Carajás, insuficiente para um distrito, na década de 1980 e 1990 era que o GE Jacuí, GE Carajás e GE Chama Farroupilha também eram insuficientes para um distrito. Na última década se soma o GE Cerro da Raposa. São quatro grupos relativamente próximos, em um raio de 19 km, apesar de uma barca no meio do caminho. Segundo o site regional (http://www.escoteirosrs.org.br/pt-br/distritos-escoteiros), atualmente o 10°. e o 17°. Distritos tem apenas um grupo escoteiro cada!
      Isso não é uma crítica aos coordenadores distritais que ultimamente tem sido pessoas dedicadas, disponíveis e trabalhadoras pelo escotismo, mas a composição desta estrutura que nessa região em particular não vislumbra os grupos escoteiros interessados.
     Quando alguém diz que agora fazemos parte do distrito A ou B e que o “Coordenador” é Beltrano, Fulano ou Siclano, entra por um ouvido e sai por outro porque sabemos que nada muda. Isso está errado.
     Os grupos escoteiros interessados nunca foram consultados, essas decisões são tomadas de forma arbitrária por pessoas que não praticam o escotismo nessa área e desconhecem sua realidade. Isso fica evidente porque sempre municípios de outras microrregiões do Estado são agregados, mesmo que em direção geográfica oposta e sem afinidades, por razões que gostaríamos de entender ou ao menos conhecer.
    A sensação aqui na Região Carbonífera sempre foi de isolamento, de fazer carreira solo. Isso reflete aquela velha conversa de distanciamento dos níveis local, regional e nacional, apoio ou não aos grupos, etc, etc, etc que todos bem sabemos. Resulta que os grupos das cidades vizinhas também se distanciam. Cada um vive sua vida de forma independente.
     Quanto aos jovens que passaram pelo Movimento Escoteiro nesse período de tempo, bem, esses não sabem que essa estrutura existe, não viveram a experiência e perderam a oportunidade de mais atividades com grupos próximos e de criar vínculos em cidades vizinhas, ampliando o conceito de paz e entendimento enunciado por B-P quando idealizou os jamborees. Mas outras competências foram adquiridas.
     Abaixo está nosso distrito atual limitado em amarelo, que já foi ainda maior, pois os grupos de Montenegro e de Lajeado deixaram o 3°. distrito e foram incluídos em outros.
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     Um dia, quem sabe no futuro, teremos um distrito construído de forma democrática, onde os grupos escoteiros sejam ouvidos, onde seus jovens e adultos possam participar na formação do distrito que queiram. Enquanto isso, seguimos contando com grupos amigos de diferentes localidades para atividades conjuntas.

O Dabil e o Lucas

     Esta é uma história do Chama Farroupilha e parte dela esta publicada no livro que escrevemos, Chama Farroupilha 25 anos de história, é, portanto, a continuação.  O segundo capítulo.

     Em 1996 a tropa de escoteiros estava em plena atividade, com as quatro patrulhas funcionando com uma média de 5 escoteiros em cada uma. Participavam nesta época dois jovens escoteiros, Daniel de Souza Franco, vulgo Dabil, e Lucas Meister. Ambos foram membros da patrulha Búfalo e depois o Lucas passou para a patrulha Lobo. A troca de patrulha aconteceu por uma atitude nada escoteira, quando os dois em uma reunião de patrulha, decidiram medir forças a socos. A briga só serviu para no futuro se tornarem inseparáveis.

     Participavam como os demais jovens, em uma época onde a disputa entre as patrulhas era muito competitiva. É preciso registrar que foram muito bons escoteiros, dedicados. Embora a tropa de escoteiros estivesse bem, este foi um daqueles períodos que a tropa sênior estava com dificuldades de chefia e não estava funcionando regularmente. Então, acabaram se afastando do grupo escoteiro ao completarem 15 anos de idade. Em 25 e 26 de novembro de 2000, o Lucas ainda ajudou como assistente da tropa de escoteiros em um acampamento na Agropecuária Cidró em São Jerônimo, onde lhe demos algumas aulas de direção no Jeep Willys, dirigindo campo a fora. Este acampamento era o 2º. ASES, Acampamento de Seniores e Escoteiros no Sítio mas o Lucas era o único sênior presente, que trabalhou como assistente de tropa.

     Na prática ambos estavam afastados do grupo, até que em março de 2003 o Lucas se apresentou na sede e começou a participar novamente de forma efetiva e regular, agora como chefe. Em 2006 foi a vez de o Dabil reaparecer e eles acabaram formando uma verdadeira dupla. Ele havia decidido voltar para o grupo em 2005, motivado especialmente por ver a sua irmã, Cintia Franco, participando muito motivada. Mas surgiu uma oportunidade de estudos em São Leopoldo, com aulas justamente aos sábados e o projeto ficou para o ano seguinte. Como todos que voltavam por apenas algumas semanas, houve olhares de desconfiança que foram sepultados pela determinação.

     Iniciaram como assistentes na tropa de escoteiros, até ganharem embocadura para tocarem sozinhos. Então, o Lucas assume a chefia da tropa sênior e o Dabil passa a atuar nas duas tropas. Passamos a ter uma chefia bem mais consistente e com dois antigos escoteiros do grupo, prata da casa, só motivos para alegria. Isto foi fundamental para o crescimento e expansão do grupo porque o funcionamento regular da tropa sênior fez com que os jovens permanecessem no grupo. Na sequência, o Dabil assume cada vez mais a tropa escoteira, tornando-se o chefe de seção. Tínhamos duas tropas, uma masculina e outra feminina e a chefe da tropa de escoteiras era a Arari Alff. Por motivos pessoais ela afastou-se do grupo e as tropas foram unificadas, passamos a ter uma tropa mista, sob a chefia do Dabil.

     Contávamos novamente com uma dupla de chefes que repetia a história dos chefes Maurício Volkweis e Mateus Freitas iniciada nos primeiros anos da década de 1990, onde as semelhanças são duas pessoas com muitas afinidades porque foram membros juvenis do escotismo juntos, mesma idade, parceiros também fora do escotismo. Um vínculo muito forte de um com o outro, que se transfere para o grupo escoteiro. Você sempre se sente fortalecido e mais motivado se há um amigo junto, isto o torna mais empreendedor para novas atividades e ações no grupo, a soma destas energias sempre é muito positiva.

     Os dois jovens chefes também participaram do Jamboree Mundial da Inglaterra, em 2007, alusivo ao Centenário do Escotismo. Havia agora a vantagem que a dupla antiga (Maurício e Mateus) permanecia no grupo, pois neste momento não contávamos mais com a primeira dupla de todas a servir de pilar para o Chama, que foram o Saulo Radin e o Achiles Goldani, fundadores do grupo, e que estavam afastados de suas tropas.

     Com a chefia bem constituída e a permanência dos jovens até os 18 anos no grupo com atividades regulares e progressivas, finalmente sentimos a confiança necessária para abrirmos o Clã Pioneiro, em 2008, quando cinco jovens da tropa sênior completariam 18 anos, todos no mesmo semestre.

     Estes dois chefes deram um fôlego novo e arejaram bastante o grupo, pelas suas capacidades, envolvimento, ideias e entusiasmo. Mas também em 2008, o Lucas se muda, indo morar em Caibaté e afastando-se do Chama Farroupilha. Em 2009 ainda realiza seu registro no grupo, quando então nos surpreende com uma novidade maravilhosa. Estava fundando um novo grupo escoteiro lá, mas isto foi assunto para outro capítulo no livro.

     Então, em 2016, após 8 anos, o Lucas Meister volta a morar em Triunfo, depois de residir em diversos lugares do Brasil. Naquele intervalo, o Dabil também se mudou de Triunfo mas não se afastou do grupo, e após algum tempo também acabou voltando a morar aqui.

     Naturalmente, a dupla se formou novamente, em agosto de 2016! Estão juntos na chefia da tropa escoteira e todos sentimos uma alegria imensa e temos absoluta certeza de que os jovens desfrutarão muito das atividades planejadas e realizadas pela dupla novamente em ação.

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Curso Técnico de Vivência do Ramo Pioneiro

     Nos dias 20 e 21 de agosto de 2016 ocorreu o curso de vivência do ramo pioneiro, no campo-escola João Ribeiro dos Santos, próximo a Porto Alegre.

     Envolvendo mais de 20 pessoas entre alunos do curso e formadores, o desenvolvimento proporcionou uma série de experiências que fazem parte da vida de um clã formado pelos alunos do curso, que vivia o momento de transição entre um ciclo de programa para outro.

     Dentre os diversas temas trabalhados, houve debates sobre diferentes tópicos como diversidade, espiritualidade, jogos, carta pioneira, participação de projetos em andamento, papel do mestre, etc. A interação e troca de experiências com outros mestres também é um dos pontos altos do encontro.

     Neste formato, permite atualização e reciclagem rápida sem a necessidade de passar pelo esquema formal. Não substitui nenhum dos outros cursos regulares, mas é um interessante complemento ou opção porque possibilita que chefes novos e antigos participem juntos, troquem experiências e compartilhem vivências.

     Parabéns a equipe, em particular ao Mestre Marlon Benites, diretor do curso.

Lenços dos grupos participantes do evento

Lenços dos grupos participantes do evento

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Prática de jogos

Prática de jogos

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Jantar de sábado à noite

Jantar de sábado à noite

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Me sinto velho e fraco

“O que fazer não sei, me sinto velho e fraco, à Gilwell vou voltar e um curso assim que possa vou tomar”

Canção de Gilwell, adaptada

 

     Então, esse é o sentimento. O escotismo desperta uma ânsia de participar, de contribuir, de ver os jovens crescerem, de ser o mediador das descobertas, aquele que permite muitas experiências novas.

     A motivação do educador é fundamental, o apito na boca às vezes fica pesado, cansa. Passamos por diversos ciclos, aqueles em que estamos mais envolvidos, motivados, entusiasmados, aqueles onde ficamos indiferentes, com pouca paciência, quando pouca coisa nos emociona e pequenas frustrações assumem importância e você sabe que poderia estar fazendo mais pelo escotismo. Naturalmente esses ciclos parecem se suceder um após o outro, indefinidamente. Pelo menos tem sido assim nestes 35 anos de Movimento, a paixão vira amor, depois convivência e de repente tudo se inflama e volta a paixão.

     Mas podemos quebrá-los. Abreviar o ciclo ruim e tornar o apito leve novamente. Um fato é necessário. Algo tipo novos jovens na tropa, um Jamboree, uma nova função, etc. Dessa vez, voltaremos ao Campo Escola João Ribeiro dos Santos, para assistir mais um curso, fazer novas amizades, conversar com outros chefes, na expectativa de se sentir menos “velho e fraco”, achando que ainda é possível ajudar a educar as crianças. Será um curso técnico de vivências do ramo pioneiro. A expectativa é enorme.

Referência da imagem: http://escoteirosdohc.blogspot.com.br/2011/02/abertas-inscricoes-para-o-curso-basico.html

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Educar as crianças

     Com a proximidade do Dia dos Pais, a escola onde minhas filhas estudam realiza as atividades de convivência e confraternização alusivas a data. Nas séries da Educação Infantil aprendemos uma lição importante com o diretor da escola.

     No início do século 20, o Rio Grande do Sul vivia dias belicosos, com a recém-encerrada Revolução Federalista, que teve como marca principal a crueldade, porque os inimigos eram sumariamente degolados pelos adversários. Foi um banho de sangue no estado inteiro.

     Era preciso educar a nova geração, educar as crianças, com uma nova perspectiva, mais fraternal, celebrando a vida, ensinando a compartilhar e a ter amor, depois de tantas atrocidades.

     Um dos caminhos foi o chamamento de religiosos ligados a educação, onde os irmãos Maristas foram convidados. Designados para ajudar nessa tarefa, os Irmãos Weibert, Marie Berthaire e Jean Dominici embarcaram na França no dia 19 de junho. No dia 20 de julho de 1900 chegaram no porto da cidade de Rio Grande (RS) e foram roubados (sim, já naquele tempo!). Ficaram sem dinheiro para seguir viagem, perderam seus pertences e foram amparados pela comunidade religiosa da cidade. Então, conseguiram continuar a viagem e em 23 de julho de 1900, chegaram em Porto Alegre, sendo dessa vez amparados pelos padres Jesuítas.

     Finalmente, dirigiram-se para a então pequena localidade de Bom Princípio (RS), depois de desembarcarem em São Sebastião do Caí. Escreveram cartas para suas famílias contando toda essa viagem que só puderam ser enviadas muitos dias depois, quando o padre de Bom Princípio perguntou o que eram aqueles envelopes há dias em cima da mesa. Quando explicaram que não tinham dinheiro para selos, o padre fez a postagem das cartas.

    Até que em 16 de agosto de 1900 abriram a primeira escola Marista em Bom Princípio. Por que insistir após tantas dificuldades? Um lugar tão longe? Tão difícil acesso, após ser roubado, enganado?

     A resposta foi a mais singela possível: “Porque é preciso educar as crianças…”

     Então, percebi a resposta, depois de tantos anos, porque dedicamos nossos finais de semana ao Escotismo. Porque é preciso educar as crianças. Sem dúvida é isso que nos motiva a sermos chefes escoteiros, a estarmos na frente da tropa, embora nem sempre tenhamos formulado essa resposta. Desde agora, quando me perguntarem por que sou escoteiro, a resposta será:

“Porque é preciso educar as crianças”.

Fontes:

Moresco, Onorino,  Diretor da Colégio Marista Nossa Senhora do Rosário, comunicação oral, em 04/08/2016.

Rodrigues, N.B., Colégio Marista Rosário, Lições para a vida inteira, 2004, 489 p.

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Visita ao grupo escoteiro italiano Pisa 5

Aproveitando viagem de estudos e trabalho a Universidade de Pisa, realizamos contatos com grupos escoteiros locais e pudemos visitar o Grupo Escoteiro Pisa 5, ligado a Associazione Guide e Scouts Cattolici Italiani (AGESCI).

Participamos de parte da reunião, que acontece nas quartas-feiras, das 18 hrs as 20 hrs, exceto para os lobinhos que se reúnem nos sábados.

Fomos muito bem recebidos por todos os chefes, pudemos conversar bastante e observar os jovens em atividades, que aliás, desenvolviam algo muito escoteiro: treinavam montagem de pionerias e tinham instrução sobre uso de ferramentas.

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Ao fundo, muitas bicicletas, o meio de transporte preferido para ir à reunião.

 

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Um reconhecimento especial a chefe Laura (a segunda da esquerda para a direita) que possibilitou a visita.

O Grupo Pisa 5 possui uma boa sede, com amplo pátio, na região central de Pisa, com fácil acesso.

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Assim como no Chama Farroupilha 183RS, também há uma patrulha Águia

Assim como no Chama Farroupilha 183RS, também há uma patrulha Águia

A experiência foi muito interessante e proveitosa. Como lembrança, deixamos alguns distintivos brasileiros para serem distribuídos aos jovens e recebemos alguns outros de presente da chefia do grupo.  Novas amizades formadas em um daqueles momentos mágicos que só o escotismo oferece.

 

Obrigado, ENRI e DEN

Foi um período muito gratificante esse em que colaboramos com a Equipe Nacional de Relações Internacionais.

Uma equipe maravilhosa, que muito trabalhou nesse período. Em nome do Comissário Internacional, Felipe de Paulo, agradeço a todos os colegas de equipe, especialmente pelas muitas lições aprendidas e o constante processo de aperfeiçoamento.

A Direção Nacional e a toda a Equipe do Escritório Nacional, agradeço  especialmente ao nosso Diretor Presidente Marco Romeu Fernandes.

Voltei de viagem e encontrei essa grata surpresa! Diploma de Mérito Nacional.

Muito obrigado à todos.

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Escoteiros pela Igualdade – Scouts for Equality

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Falando sobre inclusão, conheça o movimento “Escoteiros pela Igualdade” e pratique atitudes positivas no seu cotidiano.

Após o contato inicial via site (endereço abaixo), distintivos são enviados obsequiosamente aos que quiserem e cabe a cada indivíduo difundir a iniciativa e praticá-la.

escoteiros pela igualdade

 

 

Aniversário dos 30 anos

Fundado em 1 de maio de 1986, o Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS completa em 2016, 30 anos de fundação e de contínua atividade.

Para comemorar a data, o grupo realizou uma cerimônia e um almoço no centro da cidade de Triunfo, na praça Bento Gonçalves e no Salão Paroquial da Igreja Matriz, no dia 23 de abril, dia do Escoteiro.

Na oportunidade, lobinhos receberam especialidades, dois jovens realizaram a Promessa Escoteira e escotistas e dirigentes foram homenageados e condecorados.

O evento contou com a presença do Grupo Escoteiro do Mar Carajás 73 RS, da cidade vizinha de São Jerônimo, além de diversas pessoas da comunidade, muitas envolvidas na fundação do grupo.

Nos 30 anos do Grupo foram homenageados os chefes Mateus Freitas, José Carlos Krause Lopes, Berenice Teixeira Lopes, Daniel de Souza Franco e Rafael Conzatti Umann; também homenageadas as dirigentes Daniela Gravina Delavi e Zorika Tavares Schubert.

Para registro, o Quadro de Honra de adultos do Chama Farroupilha tem a seguinte composição ao longo destes 30 anos:

Mateus Schenk Freitas

Gratidão Ouro

Gratidão Bronze

Bons Serviços 20 anos

Bons Serviços Prata

Daniel de Souza Franco

Gratidão Ouro

Bons Serviços 10 anos

Bons Serviços 5 anos

Berenice Teixeira Lopes

Gratidão Ouro

Bons Serviços 10 anos

José Carlos Krause Lopes

Gratidão Ouro

Bons Serviços 10 anos

Saulo Ernani Radin

Gratidão Ouro

Maurício Roth Volkweis

Gratidão Bronze

Bons Serviços Ouro

Zorika Tavares Schubert

Gratidão Bronze

Daniela Gravina Delavi

Gratidão Bronze

Rafael Conzatti Umann

Elvis Sarmento

Bons Serviços 15 anos

Bons Serviços 10 anos

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Condecorações entregues aos chefes e dirigentes Daniel de Souza Franco, Berenice Teixeira Lopes, José Carlos Krause Lopes, Mateus Schenk Freitas, Rafael Conzatti Umann, Daniela Gravina Delavi e Zorika Tavares Schubert.

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Sra. Ângela Kober, que gentilmente atuou como mestre de cerimônias no evento. Os agradecimentos do Chama Farroupilha por abrilhantar a cerimônia.

 

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Então, 30 anos!!

Valeu a pena?
Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador,
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”  
Fernando Pessoa
 
     Eu era escoteiro na cidade vizinha, todos os sábados depois do almoço pegava a lancha para o outro lado da margem já há quatro anos para participar no grupo que meu avô havia fundado há quase vinte anos. Atravessava o rio Jacuí, participava da reunião, as vezes ficava na casa da vó, as vezes voltava para casa, no verão ia para o Clube do Comércio tomar banho de piscina junto com os outros escoteiros, depois da reunião. Desde os 8 anos de idade fazia isso, tempo em que uma criança daquele tamanho podia fazer isso sozinha, sem perigo algum.
     Foi quando fundaram um grupo em Triunfo, me convidaram para ser escoteiro lá, não precisaria mais cruzar o rio, todos eram meus amigos, gurizada da escola, da rua, da cidade. Mas como trair meu avô? Nem pensar.
     Então, em março de 1987 os adultos não se entenderam mais em São Jerônimo, meu avô deixou o escotismo após 40 anos, eu fiquei quase seis meses no limbo, vivendo o luto. Mas ele me deixou bem livre para seguir o caminho que quisesse, inclusive permanecer no grupo que ele saíra. Desisti de atravessar o rio, no segundo semestre de 1987 entrei para o Chama Farroupilha, que havia sido fundado em maio de 1986, já contava um ano e pouco.
     Olho para trás agora e nem sei dizer o quanto esse grupo me envolveu, me absorveu, ocupou meus compromissos, minha vida pessoal e familiar, quanto tempo, viagens, dedicação e dinheiro investidos. Aliás, até sei, porque há cinco anos escrevemos o livro com essas histórias, quando o grupo completou 25 anos de fundação. 
 
   Meus pais me alertavam:
” – Tu vai ficar fanático por escotismo como o teu avô!” Fato que não ocorreu, porque fiquei muito mais fanático e envolvido do que ele, passei batido.
   Depois de tanto tempo e dedicação, tantos jovens que passaram e estão no grupo, olhando a situação atual, o coração é pura emoção ao se aproximar o aniversário de 30 anos do Chama Farroupilha 183 RS. Vivemos dias muito felizes, dias muito tristes como quando alguém nos deixa para sempre, tudo parte da grande aventura de viver, de se relacionar com as pessoas, de ter amigos, de ser parte de uma comunidade. A grande alegria é ver que a família escoteira em Triunfo só cresce, cada vez mais pessoas, cada vez mais laços de fraternidade.
     Olhando para a frente agora, ainda tem muita estrada para caminhar, ela não terá fim. Que Deus nos abençoe e possamos estar cada vez mais dedicados para os jovens.
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2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016

Por NOVE anos consecutivos o Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS, localizado na cidade de Triunfo, RS, conquista o Troféu Grupo Padrão dos Escoteiros do Brasil, sempre no nível Ouro.

O ano de 2015 foi realmente muito rico, inciando com o Jamboree Nacional em Natal, acampamento de grupo com demonstração de radioescotismo pelo chefe Christian Horbe, do GE Tapejara; visita ao GE Jacuí, Muteco, Mutcom, Elo Nacional com o GE Carajás, de São Jerônimo; Joti, participação no III AGAARS (Acantonamento Geral das Alcateias Amigas do RS); e pela primeira vez um sênior do grupo conquistou o Distintivo de Escoteiro da Pátria (Henrique Tavares Schubert), solenidade prestigiada por nosso Coordenador Distrital, Sérgio Senna; entre tantas outras atividades diferentes e inovadoras que foram realizadas e que permitiram vencer um certo isolamento geográfico que enfrentamos.

No Rio Grande do Sul, somente o Grupo Escoteiro Jacuí 33 RS, da cidade vizinha de Charqueadas, possui mais títulos, pois concorre desde o início do prêmio. O Jacuí é o grupo-padrinho do Chama Farroupilha, com prazer seguimos os passos do dindo.

Em maio deste ano o grupo completará 30 anos de fundação. Uma história rica, com muitos motivos para comemorar e uma parceria constante com a comunidade da cidade de Triunfo, sempre participativa e acolhedora dos anseios e sonhos de nossos jovens e dos ideais de sua chefia e dirigentes.

A quem quiser nos conhecer, está convidado a partir de algum sábado de março, a nos visitar em nossa sede, em Triunfo, na Rua Vereador Adão Tavares da Silva 213, no centro da cidade.

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Chefe Krause e o sênior Henrique, o primeiro Escoteiros da Pátria do Chama Farrouilha

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Alcateia no AGAARS 2015