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Linha do tempo do Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS

Ao longo destes anos, na linha do tempo do Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS, merecem destaque especial os seguintes fatos:

 

1985 Primeiras reuniões oficiais para a fundação do grupo
1986 Fundação do Grupo, primeiras promessas de adultos, escoteiros e lobinhos
1988 Aquisição dos terrenos do grupo

III AGP, Acampamento Geral de Patrulhas, Passo Fundo

1989 Primeira jornada de Primeira Classe, Eficiência II e Curso Avançado
1990 V Ajuri Nacional

Diploma da Câmara de Vereadores

1991 Acampamento Agripino, reorganização da tropa escoteira
1993 Jantar da Casa Velha – Reorganização da Diretoria

1° Acampamento The Flash (acampamento surpresa)

Acampamento Veneza (o mais longo até hoje, 4 dias)

1994 VII ERCHES (iniciou a participação do grupo em Jamborees)

9°. Jamboree Panamericano na Bolívia, Cochabamba

1995 Inauguração da sede

1°. Ação Escoteira, Veranópolis

1996 10°. Jamboree Panamericano na Guatemala, Muxbal

Acampamento dos 10 anos

2° Ação Escoteira, São Lourenço do Sul

1997 Primeiras Lis de Ouro: Adriel Oliveira Ferreira e Vagner Pinheiro Machado

Primeira Insignia da Madeira, Maurício Roth Volkweis

1998 19°. Jamboree Mundial Escoteiro, Chile

Primeiro Cruzeiro do Sul, Gabriel de Medeiros Aita

1999 Ho-Ho, tropa de escoteiros ingleses em Triunfo, hospedados com famílias
2001 XI Jamboree Panamericano no Brasil, Foz do Iguaçu
2002 Acampamento  Regional de Verão, Tramandaí

Primeira partida de um integrante para o Grande Acampamento

2006 I Acampamento Regional Setorial, Charqueadas
2007 21°. Jamboree Mundial Escoteiro, Inglaterra

Visita a Gilwell Park

Primeira medalha no grupo, chefe Saulo Radin, Gratidão Ouro

2008 Primeira participação no Troféu Grupo Padrão, já grau Ouro

Abertura do Clã Pioneiro

2009 Declaração de Utilidade Pública Municipal
2010 II AGAARS em Triunfo

Diploma de Reconhecimento da Câmara de Vereadores

Viagem a Caibaté, fundação do grupo e visita a Redução Jesuítica de São Miguel

2011 22°. Jamboree Mundial Escoteiro, Suécia

Primeiras Insignias de B-P: Daniel Henriques e Elvis Sarmento Silva

25 anos de fundação

2012 V Jamboree Nacional Escoteiro, Rio de Janeiro

Publicação do livro “Chama Farroupilha 183 RS 25 anos de história”

2013 Membro do grupo eleito Conselheiro Nacional, suplente

Membro do grupo integrando a Equipe Nacional de Relações Internacionais da UEB

Reinauguração da sede

2014 40°. Conferência Escoteira Mundial, Eslovênia
2015 VI Jamboree Nacional Escoteiro, Natal

Primeiro Escoteiro da Pátria, Henrique Tavares Schubert

Lançamento do Lenço Dourado

2016 30 anos de fundação

Troféu Araucária

2017 Acantonamento Regional de Lobinhos, Novo Hamburgo

 

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Padrão Ouro, a longa trajetória do Chama Farroupilha 183 RS

O escotismo é um movimento voluntário, de educação extraescolar, para jovens, orientado por adultos. Localmente, as pessoas se organizam em grupos escoteiros, com as crianças e jovens divididos de acordo com a sua faixa etária.

O Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS, de Triunfo, conquista de forma consecutiva o troféu de excelência “Grupo Padrão, nível Ouro”, em uma certificação promovida pela União dos Escoteiros do Brasil para destacar os grupos que demonstram um padrão de excelência em diferentes quesitos organizacionais e de atividades, pelo período de um ano de avaliação.

O prêmio é oferecido nos graus Bronze, Prata e Ouro e iniciou em 2005. O Chama Farroupilha não participou nas primeira edições, iniciando sua trajetória em 2008 e já conquistando o Ouro logo na primeira participação e nos anos seguintes sempre manteve essa posição. Este é o segundo grupo escoteiro mais laureado do Rio Grande do Sul. O mais premiado é o Grupo Escoteiro Jacuí 33 RS, de Charqueadas, padrinho de fundação do Chama Farroupilha, que participa desde a primeira edição. Certamente o “dindo” pode se orgulhar de seu afilhado.
Nem todos os grupos podem participar, é necessário preencher vários quesitos prévios para entrar na disputa e só depois concorrer às posições, o que acaba envolvendo todas as pessoas que participam na unidade local. É necessário foco, atenção nas regras, monitoramento ao longo do ano e muitas atividades.
O grupo está com inscrições abertas, especialmente para jovens (meninos e meninas) de 10 a 12 anos, mas há vagas para todas as idades. Basta comparecer na sede do grupo, na Rua Vereador Adão Tavares da Silva 213, próximo ao Ginásio de Esportes, nos sábados, a partir das 13 h 30 min.
Na foto, parte do grupo acampando nos dias 17 e 18 de março de 2018, na Cabanha das Figueiras.

 

Rio de Janeiro, 1919 – Primórdios do Escotismo

Outro conjunto de fotografias antigas de escoteiros do Rio de Janeiro foi incluído em nossa coleção. O primeiro set de imagens de escoteiros do Rio está em https://chamaescoteira.wordpress.com/2017/03/20/75-rj-do-ar-baden-powell-la-em-1939/

Desta vez, são apenas 4 fotos, pequenas, com 5,5 x 8 cm cada uma e algumas com anotações no verso, que são pistas para a história.

A pesquisa está em aberto, não temos conclusões sobre estas imagens, qualquer contribuição ou ajuda na identificação destes escoteiros e de sua história é bem-vinda e será adicionada neste post com o devido crédito pela informação.

Aparentemente, um retratista foi chamado para registrar alguns momentos de um jovem escoteiro chamado José Luiz Goyano, com seus chefes e tropa, conforme veremos a seguir.

Pesquisando o nome, encontramos o Almirante José Luiz de Araújo Goyano, que teve seus direitos políticos cassados durante o regime militar nos anos 1960 e que poderia ter idade para ser a mesma pessoa, contudo não conseguimos confirmar a hipótese.

A primeira delas mostra um escoteiro devidamente uniformizado, posando para a foto, garbosamente perfilado. Apesar do uniforme escoteiro com chapéu, cinto, lenço, bastão e perneiras, não há distintivos nem anel de lenço. Parece estar em frente a um muro, que serve de fundo também para outras fotos. Nesta foto não há nada registrado no verso.

Outra das fotos mostra o jovem junto com um adulto, certamente um chefe escoteiro, de gravata, com uniforme um pouco diferente. No verso desta foto aparece escrito discretamente a lápis o nome “José Luiz Escoteiro”. No pé da folha aparecem parte de inscrições que parecem terem sido cortadas, como que para a foto caber em algo.

Escoteiro e chefe, observar as diferenças no uniforme do jovem e do adulto

 

José Luiz escoteiro, identificação escrita no verso da foto anterior. Deveria ser, possivelmente, o nome do jovem.

Escoteiro de perfil, com o chapéu pendurado às costas

Verso da foto do escoteiro de perfil

No verso desta foto com o jovem de perfil, está escrito com nanquim: “José Luiz Goyano, A? dos escoteiros, de Botafogo, 1919”, que aparece cortado. Supomos tratar-se novamente do nome do jovem, do local e do ano da foto.

 

A tropa reunida

A última foto mostra uma tropa reunida, com 26 pessoas na imagem, onde dois parecem ser os chefes. Em primeiro plano há dois jovens segurando bandeirolas que se cruzam, sob as quais está sentado um destes que aparenta ser chefe. Alguns dos jovens parecem ter um distintivo na manga esquerda do uniforme e muitos portam bastões.

Verso da foto da tropa reunida

No verso desta foto há inscrições com nanquim que trazem novamente o nome de José Luiz Goyano e um endereço: Rua Conde do Irajá, 134, Botafogo.

Visita a sede do Movimiento Scout del Uruguay e Insignia do Cone Sul

Em viagem de férias para o Uruguay, foi realizada uma visita na sede nacional do Movimiento Scout del Uruguay. Aproveitando a oportunidade as lobinhas Anna Guilhermina e Mariana Schmidt Volkweis cumpriram etapas da Insignia do Cone Sul.

Localizada no centro de Montevideo, a poucas quadras da Prefeitura, a sede ocupa um antigo casarão, com várias salas e também a loja escoteira. Funciona em horário alternativo, das 17 h 30 min até as 22 horas, possibilitando a visita após o expediente de trabalho convencional, deslocado do horário comercial.

 

Fachada da sede

Vista do interior da sede, em um espaço de convivência, Mariana com o guia de insignias de interesse especial na mão.

Entrevistando Ximena, funcionária do escritório, para a Insignia do Cone Sul.

Aprendendo sobre insignias de progressão de Lobatos.

Sala de Equipe de Relações Internacionais

Outro aspecto interno

Repousando da visita, ainda no interior da sede.

Duas semanas após, cumpridas as demais etapas, já na sede do Grupo Escoteiro Chama Farroupilha, recebendo a conquista.

Alcateia: Chaves para o Sucesso

Dentre o material oferecido para estudos pela The Scout Association, há um texto que analisa uma pesquisa por eles contratada para avaliar a situação do ramo lobinho.

O artigo é muito rico, está escrito para a realidade britânica mas há muitas informações que podemos transpor diretamente para a realidade brasileira. Em uma tradução livre, sem compromissos acadêmicos, segue o texto abaixo.

 

Documento  original: Keys to developing the Cub Scout section, Agosto, 2012, disponível em https://members.scouts.org.uk/documents/Keys%20to%20developing%20the%20Cub%20Scout%20section.pdf

 

Chaves para o desenvolvimento da alcateia

Este documento contém um resumo do relatório “Superando as barreiras para o crescimento do lobismo” (Overcoming the barriers to the growth of Cub Scouting), produzido por nfpSynergy em junho de 2012, de acordo com suas pesquisas e descobertas sobre o ramo lobinho.
Ele também sugere alguns ganhos rápidos e ações locais, baseados naquelas descobertas e recomendações sobre como se pode continuar crescendo e melhorar a seção, podendo, então, mais crianças desfrutarem do ramo lobinho.

Introdução

Referências
Durante os últimos 10 anos a “The Scout Association” tem monitorado as taxas de crescimento​ da organização. Um grande volume de evidências estatísticas e empíricas destacam a dificuldade de retenção para os lobinhos. Várias preocupações surgiram, incluindo:

  • Perda dos lobinhos mais velhos, em torno de 9 anos.
  • Perda dos jovens que deixam a alcateia aos 10,5 anos mas não viram escoteiros.
  • Crescimento em números da alcatéia não acompanha os demais ramos. Está crescendo mas em passos lentos.
  • Crescimento se reduz ao longo do tempo, ou seja, o ramo continua crescendo mas cada ano com uma taxa menor.
  • O número absoluto de lobinhos continua a ser menor agora do que era no pico da popularidade do ramo.

Esta preocupação sobre a saúde do ramo lobinho está dentro do contexto de anos fortes e positivos para o escotismo no Reino Unido, com crescimento expressivo, após a grande revisão de programa escoteiro, concluído em 2002. A pesquisa patrocinada pela The Scout Association também destacou o impacto positivo que o movimento tem em seus membros, voluntários e na comunidade em geral.
A Associação, contudo, quer entender a origem destes desafios de crescimento para o ramo lobinho em particular, desde que este ramo é o maior dentro do movimento e qualquer declínio em seus membros poderia levar a uma queda mais ampla de todo o efetivo.

Estrutura do projeto e metodologia de pesquisa

A nfpSynergy completou uma pesquisa de 3 estágios:

  1. Identificação do problema; questionamento dos dados do censo escoteiro.
  2. Capitalização do trabalho prévio e identificação de falhas do conhecimento; reanálise a revisão do trabalho prévio.
  3. Geração de novas visões; pesquisa qualitativa original com os jovens, familiares e líderes (chefes). Grupos focados e entrevistas realizadas pelo Reino Unido.

Resultados

Visão Geral
Primeiramente, é importante ressaltar que essa pesquisa destacou o quanto a experiência de ser lobinho (ou participar em qualquer outro ramo do escotismo) é positiva e valiosa para os jovens do Reino Unido. Quando a combinação certa de fatores vem junto, o resultado não é somente uma tarde divertida, mas a ampliação dos horizontes para os membros e a chance de desenvolver experiências, interesses, um novo grupo de amizades e uma ocupação para a vida toda. Uma tarde boa nos lobinhos pode ser tão variada como: sentar ao redor da fogueira cozinhando, tentar escalar (ou qualquer outro objetivo) pela primeira vez, jogar ao ar livre após um longo dia trancado dentro da escola, aprender a cozinhar, trabalhar como um time para um prêmio… e a lista segue.
Contudo, a análise dos dados da The Scout Association confirma a preocupação de que o ramo lobinho está crescendo mais lentamente que as outras partes do escotismo, e mais especificamente de que um desafio com os membros de 9 anos surgiu, mais notadamente em 2011. Esta pesquisa mostra que há uma ampla gama de itens que pode estar influenciando isso.

  • Estatísticas da população nacional indicam um declínio das taxas de nascimento que podem ser a raiz do problema: menos crianças nasceram nove anos atrás que nos anos prévios e, então, existem menos lobinhos potenciais e reais. (Nota do Tradutor: dados do Reino Unido)
  • Pesquisas sobre o desenvolvimento infantil e como os jovens gastam seu tempo livre mostram o quanto vulnerável esta faixa etária é, neste estágio chave do seu desenvolvimento. Apesar de mais crescimento que as gerações prévias, nós devemos observá-los.
  • Foi aprendido com os entrevistados que alguns pontos chaves devem ser colocados para que a experiência nos lobinhos seja positiva. Quando estes fatores estão presentes, você terá um lobinho feliz, que está envolvido e que será um escoteiro. Quando estes fatores estão perdidos, então há uma forte chance do lobinho partir. Rapidamente: A maioria dos fatores que motivam um lobinho a permanecer são o lado oposto daqueles que o levam a deixar a organização.

O que isso significa é que para parar o declínio do efetivo de lobinhos e garantir crescimento futuro, o Movimento precisa assegurar a realização de certos pontos chaves:

  • Bons chefes, que sejam divertidos, engajados e tenham experiência de liderança para administrar um grande grupo de 8 a 10 anos de idade (N.T. – idade do ramo no Reino Unido)
  • Um programa de atividades divertido e desafiador. Isto inclui abundância de tempo gasto externamente, tanto nos encontros semanais quanto no campo.
  • Programa oferecido precisa garantir variação, ser prático e os chefes devem ser abertos ao retorno oferecido pelos jovens.
  • Comunicação bem administrada entre chefes, lobinhos e pais. The Scout Association também tem um papel aqui como uma rede segura se todos os outros canais de comunicação falharem.

Há outros fatores que a associação escoteira precisa estar atenta e que podem ter impacto no efetivo:

  • Envolvimento familiar: isto pode tanto encorajar a participação como garantir envolvimento contínuo
  • Outros passatempos: há muita competição por outros passatempos, mas flexibilidade e boa comunicação da parte dos líderes pode prevenir isto de se tornar crítico.
  • Amigos e socialização são centrais para uma experiência de lobinho ser positiva. Infelizmente, se um amigo deixa um grupo, isto pode levar a partidas.
  • Escotismo mantém uma imagem tradicional. Para alguns, isto pode ser uma barreira, especialmente quando os lobinhos ficam mais velhos.

Análise do censo

Analisando-se os dados do censo, notra-se particularmente que:

  • Número de lobinhos está crescendo desde 2006, seguindo um declínio desde 2002.
  • Em 2011, houve uma queda de 2% nos lobinhos com 9 anos de idade.
  • Médias de retenção estão aumentando para 9 e 10 anos.
  • Desde 2002 a percentagem de membros que são mulheres está crescendo, exceto no ramo pioneiro.

Olhando os 10 anos do censo, o cenário para o ramo lobinho pode ser visto como positivo: número total de membros continua a aumentar e a queda de associados lobinhos e escoteiros está também diminuindo. Outros ramos do escotismo também experimentam crescimento. Também vale a pena notar que o crescimento é muito mais representativo em termos de sexo: pelo período total coberto por esses dados, o número e percentagem de mulheres aumentou em todas os ramos de Castores a Sêniores/Guias. Interessantemente, a transição de lobinho para escoteiro verdadeiramente resulta em um aumento de membros femininos, em todos os anos desde 2002.
Contudo, a análise dos dados do censo da associação escoteira demonstrou que o ramo lobinho está crescendo mais lentamente que os outros ramos. Ainda mais, há também uma diminuição no número de membros com 9 anos em 2011. Enquanto isto é uma pequena diminuição de 2 %, dado que isto é associado com a diminuição da taxa de crescimento do ramo lobinho em geral, se conclui que isto é motivo de preocupação e atenção para a The Scout Association.

Tendências Demográficas

A análise da tendência demográfica dos últimos 10 anos indica que a The Scout Association fez um bom trabalho de aumento de efetivo entre os lobinhos de 9 anos no período de 2007-2010, uma vez que esse grupo etário estava diminuido em números neste mesmo período. 2011 foi o ano que a população de 9 anos atingiu seu ponto mais baixo, talvez explicando porque The Scout Association viu seus membros de 9 anos declinar especificamente naquele ano.
O efetivo de 9 anos no Reino Unido está crescendo de 2012 em diante. Contudo, será importante para The Scout Association continuar mapeando seu número de membros contra os dados populacionais para entender quando aumentos e diminuições no efetivo podem ser em parte explicados por mudanças na população do Reino Unido. Mais, a Associação precisará aumentar o número de chefes, então a oportunidade para ingressar está disponível.

Reanálise do trabalho prévio

Pais de jovens passados dos 8-10 anos não parecem ter nenhuma outra reclamação que seja diferente de outros pais de outros membros – fatores tais como impacto na vida da família, horários dos encontros, custos e distâncias percorridas não parecem ser mais do que um item nesse grupo do que para qualquer outros pais. De fato, seu nível de descontentamento é levemente menor que a média. Contudo, não há indicação de que a vida dos pais de lobinhos seja especificamente proibitiva pelo envolvimento de suas crianças com o escotismo (e.g. porque sendo uma família mais jovem, terá responsabilidades adicionais no cuidado de crianças).

Gerando novas perspectivas através da pesquisa qualitativa

Esta seção do relatório o leva através dos resultados encontrados na pesquisa de campo qualitativa realizada através do Reino Unido em março e abril de 2012. Durante as fases iniciais do projeto, foi identificado uma variedade de fatores que parecem ter impacto para que um jovem continue envolvido no escotismo. Neste terceiro estágio, se objetivava testar estes fatores e gerar novas perspectivas em porque alguns jovens continuam membros do escotismo enquanto outros saem. Foi conversado tanto com membros atuais como com antigos participantes, para comparar o contraste entre suas respostas e entender melhor as diferenças nas experiências. Também foram conduzidos grupos focados de pais de membros e antigos membros e foi adicionado outra camada de investigação e análise.

Chefes (Fator de influência importante)

A análise indica que os líderes são um dos principais fatores críticos em o jovem ter uma experiência positiva no escotismo. Durante a pesquisa, foi falado com alguns jovens e pais que pararam de aproveitar sua participação no ramo lobinho e escoteiro por cause de um chefe fraco ou por cause de um conflito com um líder. Muitos jovens expressaram sua impressão negativa dos seus chefes os descrevendo como “gritão”. Isto está conectado com o desafio de manter o nível certo de disciplina.

Prazer – Uma coisa que foi descoberta como realmente importante – chefes precisam estar aproveitando eles mesmos também. Antigos lobinhos estavam bem conscientes que seus chefes não estavam aproveitando eles mesmos. É importante que o ramo lobinho não se torne como a escola para as crianças e também importante que ser um chefe não se torne como o trabalho para o voluntário.

Apoio – É também importante que lobinhos se sintam apoiados e encorajados, ao invés de julgados e criticados. Nas discussões com pais e crianças pintam um quadro do ramo lobinho como uma oportunidade para os jovens desenvolverem, testarem limites e experimentarem atividades pela primeira vez. Membros atuais falam sobre o escotismo como um lugar onde você não é julgado, em absoluto contraste de alguns antigos lobinhos que não se sentiram apoiados pelos seus chefes.

Equipes de chefes – É importante que o Akelá seja apoiado por uma boa equipe de chefes e pelo Diretor de Escotismo do Grupo. É também vitalmente importante que existam chefes suficientes para cada grupo e uma sólida infraestrutura de apoio. Isto habilita os chefes a darem atenção individual quando necessário, alivia um pouco da pressão e também significa que assuntos de disciplina podem ser enfrentados sem que todo o grupo seja atrasado. Chefes entrevistados destacaram a importância do engajamento dos pais no sentido de haver apoio adulto adequado para a efetiva administração da alcateia.

Disciplina – Foi claro na pesquisa que pouca disciplina pode ser um grande fator de impacto negativo na apreciação de um jovem pelo ramo lobinho. Mas também é vital que não se torne tão rigorosa. Alguns chefes reconhecem que lobinhos devem ser diferente da escola e enquanto pouca disciplina possa estragar a experiência de alguns, reuniões não devem se tornar tão rigorosas. Pais entrevistados frequentemente destacam como constrangidos as crianças eram na escola e que os lobinhos precisam oferecer uma oportunidade para soltar a pressão.

Características de um bom lider – Então, quais são as características de um bom chefe que aprendemos nesta pesquisa? Aqui está uma lista dos mais importantes atributos de um Akelá:

  • Eles precisam ser gentis e compreensíveis.
  • Atitudes razoáveis quanto a disciplina – eles não devem explodir quando uma criança faz alguma coisa errada.
  • Devem ser bons em comunicação tanto com os lobinhos quanto com seus pais.
  • Eles devem ser entusiasmados quanto ao escotismo e oferecer um programa variado.
  • Organizado, em particular quanto aos distintivos, registro de atividades e passagem de ramos.
  • Cheio de energia
  • Sensível as necessidades dos diferentes membros (mais jovem/mais velhos, tímido, confidente)
  • Eles precisam ter experiência e/ou treinamento para administrar um grande grupo de jovens cheios de energia.
  • Eles devem ser divertidos!

 

Aplicação do Programa (Fator de influência importante)

 

É importante não esquecer que bom conteúdo sozinho não envolve crianças – o material precisa ser oferecido de uma maneira envolvente. É vital que os chefes ofereçam o programa de forma envolvente e prática e não no formato de uma palestra. Assim como oferecer o programa lobinho de forma de maneira prática, os chefes também precisam ser flexíveis na forma como abordam a oferta do programa. Eles precisam ser ambos desafiadores e aptos a fazer mudanças no programa e até sair do programa para enfrentar a realidade da situação de sua alcateia.

A importância de ser responsivo as necessidades de seu grupo de lobinhos está conectado com outro aspecto importante de uma boa aplicação de programa que foi ouvida em diferentes respostas – abertura ao retorno das crianças na preparação da estrutura do programa. Os chefes com quem conversamos e que estavam administrando alcateias bem sucedidas regularmente consultam as crianças sobre o que eles apreciam ou não. Pais também observam como um atributo positivo o fato do chefe das crianças considerar seus pontos de vista. Há um balanço a ser atingido aqui – Os lobinhos não podem determinar o programa inteiro de sábado a tarde nem seus interesses e ideias podem ser ignorados.

Os lobinhos passam dois anos e meio (no Reino Unido) como membros de suas alcateias e é importante que haja diversidade suficiente nas atividades que eles praticam durante esse período de tempo. Se os lobinhos voltam toda a semana para jogar os mesmos jogos, ou se os chefes fazem as esmas atividades e distintivos todos os anos, os lobinhos ficaram entediados. Foi ouvido de alguns entrevistados que fazer as mesmas coisas toda a semana, como jogar determinado jogo todas as vezes é motivo para o seu desinteresse pelos lobinhos. Do outro lado, os pais de lobinhos explicaram que suas crianças gostam de continuar participando toda a semana porque eles sabem que jogarão jogos diferentes e experimentarão atividades novas cada vez.

 

Conteúdo do Programa (Fator de influência importante)

 

A pesquisa indicou que há uma gama de ingredientes vitais para oferecer aos lobinhos o tipo de engajamento que fará com que com que continuem voltando semana após semana.

 

Desafio e conquista – os jovens entrevistados eram muito satisfeitos em contar sobre os distintivos que eles conquistaram, os prêmios que receberam e as atividades desafiadoras que eles praticaram enquanto membros dos escoteiros. Alguns dos lobinhos explicaram que eles realmente desfrutavam dos aspectos divertidos dos Castores e Lobinhos mas em dado momento ficaram aborrecidos porque não estavam conquistando distintivos suficientes ou não tinham objetivos para trabalhar.

 

Distintivos – Os entrevistados explicaram como se sentiram inspirados por outros lobinhos que viram com muitos distintivos e tiveram um real sentimento de conquista ao completarem as tarefas necessárias para receberem um distintivo. Contudo, é importante para o jovem entender porque ele está fazendo uma tarefa ou conquistando um distintivo. O que é vital é que os chefes sejam organizados no processo dos distintivos, senão os lobinhos ficarão frustados e até perderão interesse em se esforçar pelos distintivos. Alguns lobinhos antigos estavam decepcionados porque eles haviam feito o trabalho de casa  para ganhar os distintivos mas seus chefes haviam esquecido na semana seguinte.

Diversão – Um aspecto vital importante dos Lobinhos é o fato de não ser como a escola. Após um dia de rotinas escolares, regras e restrições, as crianças estão prontas alguma coisa diferente e especialmente mais divertida. Pais são interessados que os Lobinhos permitem que as crianças  tenham diversão e participem em atividades em equipe. Lobinhos deveriam estar brincando na neve no inverno, enquanto isso na escola algumas vexes é contra as regras; Uniformes dos lobinhos devem precisar claramente ser lavados após uma reunião, a Toca dos Lobos ruidosa, com o som de crianças barulhentas se divertindo enquanto na escola, ser barulhento leva a uma repreensão.

Experimentar coisas novas – Enquanto é verdade que muitas crianças entrevistadas participam de uma ampla variedade de atividades extraclasse (desde kickboxer até teatro amador), o Escotismo realmente tem uma forte vantagem por causa da variedade que oferece aos seus membros. Na verdade, para muitas crianças é durante os Lobinhos que eles experimentam pela primeira vez certas atividades que acabam se tornando hobbies para toda a vida.

Atividades externas e acampamento/acantonamento – Foi ouvido de muitos entrevistados como passar o tempo em atividades externas é popular para os Lobinhos. Como um mais jovem explicou, estar na rua é inerente aos Lobinhos. Contudo, é importante notar que uma experiência positiva em atividades externas para lobinhos não precisa algo complexo como uma tarde de sobrevivência no estilo Bear Grylls. Muitos destacaram o prazer em uma grande variedade de atividades externas: jogar na rua, cozinhar na fogueira, aprender como acender um fogo, ir na floresta, jogar tacos. Acampar é um parte particularmente importante da experiência externa, e para muitos jovens é a melhor parte do Escotismo.

Comunicação (Fator de importância médio)

A comunicação apareceu como um tópico importante durante as discussões e foram identificados desafios em vários níveis. A comunicação se torna o mais importante tópico quando a perspectiva de deixar o escotismo aparece no horizonte, assim como a boa comunicação entre pais, lobinhos e chefes pode varrer qualquer problema. É particularmente importante que existam bons canais de comunicação entre pais e chefes.

Mudança de ramo (Fator de importância médio)

 

Comunicação sólida é particularmente importante quando jovens estão mudando entre os diferentes ramos do escotismo. Contudo, há uma gama ampla de outros tópicos relacionados a mudança de ramo que também podem ter impacto positivo ou negativo na experiência que o jovem tem no escotismo. Infelizmente, foram entrevistados alguns jovens porque a transição foi pobremente manejada..
Assim como informações adequadas devem ser fornecidas, também é importante que a passagem ocorra no momento adequado. Amplamente, há duas abordagens: tanto passar lobinhos como um grupo para os escoteiros ou fazer isso individualmente quando estiverem prontos. Esta abordagem mais tardia parece ser mais apropriada, dado o retorno fornecido por alguns chefes e os resultados desta pesquisa relacionados ao desenvolvimento da criança.

 

A Toca dos Lobos/Sede (Fator de influência pequeno)

 

Alguns chefes mencionaram sua grande sede como fator de sucesso nos seus grupos, enquanto outros destacaram os desafios que eles encontraram por não controlarem sua própria sala. Uma das descobertas desta pesquisa é que muitas crianças que entram para os lobinhos estão esperando e em busca de aventura e diversões externas.       Infelizmente, muitas sedes não tem espaço externo, o que torna difícil atender amplamente a expectativa das crianças. Infelizmente, nem todos os grupos cumprem a promessa externa.
O que se aprendeu disso é que enquanto a sede por si só não aparece como um fator crítico para as crianças deixarem os lobinhos, se ela não permite ou até evita que os Lobinhos passem tempo em atividades externas, envolvidos em atividades aventureiras, isso pode levar a uma diminuição do interesse e entusiasmo.

Amigos (Fator de Influência importante)

Amigos aparecem como um fator mais importante que a família. Frequentemente as crianças são  inspiradas para entrar para os escoteiros por um de seus amigos e amigos foram obviamente mencionados por muitos jovens como sua parte favorita de ir para os Lobinhos. Pais percebem o real valor nesta oportunidade de socialização e estabelecer amizades, particularmente se suas crianças tem dificuldade em fazer amigos na escola ou enfrentam bullying.
Alguns ex-lobinhos explicaram que continuariam no movimento se seus amigos não  tivessem decidido sair. O risco é particularmente alto quando os lobinhos se tornam mais velhos, outros amigos podem deixar porque são muito velhos e os deixam em uma alcateia com lobinhos muito mais jovens que não estão interessados em fazer amizade.

 

Família (Fator de influência médio)

 

Envolvimento familiar é um fator de proteção para o envolvimento juvenil no escotismo – uma criança é mais suscetível a entrar e a permanecer envolvida no Escotismo se um dos pais ou irmão está também ligado de alguma maneira ao movimento.

Os pais são também o ponto chave para a decisão de uma criança deixar de participar do escotismo ou de qualquer outra atividade de tempo livre. Foi identificada uma diferença entre os pais de lobinhos e de escoteiros nesta pesquisa, com os pais de escoteiros deixando a decisão de continuar participando ou não muito mais nas mãos das suas crianças.      Contudo, os pais de lobinhos são mais sujeitos a encorajar seus filhos a continuar seus envolvimentos em uma ampla variedade de atividades, vendo o valor de tentar uma gama de hobbies e esportes enquanto jovens.

 

Outros hobbies (Fator de influência médio)

 

Quando se conversa com jovens sobre como eles gostam de usar seu tempo livre, a completa variedade de respostas ouvidas é impressionante. Um número afirmou que a decisão de deixar os lobinhos estava relacionada com um conflito com outro hobby. Um achado positivo da pesquisa é que para muitos pais o Escotismo é um forte competidor para as outras atividades oferecidas. Especialmente: Escotismo é mais estruturado, é planejado e bem organizado, a liderança é forte, o elemento de competição é visto como importante e o fato de que contribui para a comunidade é considerado positivo.

 

A imagem do escotismo (Fator de influência pequeno)

 

A pesquisa conduzida pela nfpSynergy sobre como a marca “The Scout Association” é percebida pelo público em geral indica que a organização ainda tem uma reputação tradicional. Isto também apareceu durante este projeto de pesquisa particularmente  quando conversando com os pais. O reconhecimento dos pais de uma imagem fora de moda e nerd realmente atua como uma barreira para manter o envolvimento de algumas crianças, com isto se tornando uma ameaça em particular quando eles estão perto do ensino médio.

Um número de lobinhos e ex-lobinhos que entrevistamos expressou seu desconforto com a imagem do Escotismo, explicando que eles não gostam do uniforme. Contudo, é importante notar que as opiniões são divididas no quesito uniforme – muitos afirmaram que gostam de usar o uniforme, particularmente porque se sentem parte de uma comunidade.Em geral, o retorno dos pais indica a necessidade de flexibilidade e compreensão por parte dos chefes quando se refere a uniformes, especialmente quando os lobinhos ficam mais velhos.

 

Conclusões

 

É importante iniciar a seção final deste relatório destacando o real calor do sentimento que existe para o Movimento Escoteiro. Conduzir este projeto de pesquisa foi um verdadeiro prazer para esta equipe, uma vez que tivemos oportunidade de conversar com jovens (Lobinhos, escoteiros e seniores/guias), seus pais e chefes e ouvir sobre a importante contribuição que o escotismo fez para suas vidas. Esta contribuição varia desde a oportunidade de fazer amigos além do stress da escola até experimentar uma atividade que vira um hobby para toda a vida.

O que se encontrou nesta pesquisa foi que quando o Lobismo é feito certo, não há nada parecido para os jovens. Em termos de experimentar novas atividades, testar a si mesmo, fazer amigos e desenvolver a personalidade, como o resto do escotismo, o Lobismo é verdadeiramente único.

Contudo, também foram encontrados jovens e pais que decidiram deixar os Lobinhos por que eles estavam infelizes com alguns aspectos de sua experiência. Foi encontrado nesta pesquisa que a raiz para a insatisfação era a causa principal para o Lobismo não cumprir sua promessa (ou não atender as expectativas que os jovens tinham). Os fatores críticos mais importantes que o Escotismo tem que controlar são (iniciando com o fator de maior importância):

  • Os chefes
  • Aplicação do programa
  • Conteúdo do programa
  • Comunicação
  • Bom manejo das passagens de ramo
  • A sede (ambiente físico)

Também foram encontrados fatores adicionais que podem contribuir para tanto para a criança ficar como para a criança sair. Sobre estes fatores, a associação escoteira tem menos controle mas é importante estar atento que eles tem um papel importante em se o lobinho permanece ou não envolvido com o movimento. É útil notar que eles, em geral, são de menor importância que os fatores mencionados acima:

  • Amigos
  • Família
  • Outras atividades
  • Imagem do escotismo

 

Ação Local

 

     nfpSynergy afirma que “Nossa pesquisa não indica que a The Scout Association precisa revolucionar o que oferece para os Lobinhos, para ir ao encontro de uma geração em mudanças. Nós recomendamos, ao invés, que a The Scout Association foque em garantir que os grupos escoteiros pelo país estão melhor aplicando o programa existente”.

Há uma variedade de áreas onde a associação pode fazer uma real diferença, oferecendo comunicação ativa, apoio e acrescentando trabalho em planos de desenvolvimento local.

 

Chefes

 

Um foco em garantir que as pessoas certas estejam nas funções corretas é particularmente importante na Alcateia. Por favor, encoraje e apoie os dirigentes e realizar revisões dos registros e descolar os chefes de lobinhos para as funções que são mais aptos. Procure por material atualizado para apoiar a revisão dos processos. especialmente para fundamentar revisões difíceis.

Flexibilidade das equipes de chefes é a chave para ter certeza de que todas as características positivas de um chefe de lobinhos estão presentes – um chefe não tem que ser um especialista em tudo. Você pode ajudar promovendo um voluntariado flexível, como dividindo funções, compartilhando tarefas em uma equipe de chefes e assistentes, atividades de apoio e envolvimento de pais como apoiadores ocasionais.

O apoio e treinamento dado a novos chefes é uma área onde se tem a oportunidade real de influenciar a direção futura da Alcateia de uma maneira positiva. Certifique-se que novos chefes podem acessar material de formação de qualidade.

 

Programa

 

Chefes precisam oferecer um programa divertido, excitante e desafiador no sentido de reter os jovens, particularmente os lobinhos mais velhos.

Programas devem variar para se manter interessantes, tanto para os lobinhos quanto para os chefes. Na alcateia , muitos chefes continuam planejando um programa de rotação bianual que algumas vezes pode se tornar antigo com o tempo. Confirme que o apoio ao programa planejado está disponível, e estimule os chefes a tentarem coisas novas.

Lobinhos devem passar aproximadamente 50 % do tempo em atividades externas. Isto envolve coisas simples como jogos, caminhadas ou Flor Vermelha. É especialmente importante realizar atividades externas nos meses de inverno e estimular as pessoas a compartilhar ideias.

Lobinhos precisam ser desafiados e querem receber distintivos. Todos os lobinhos devem ser encorajados a conquistar os distintivos de progressão, é um mito que restringir o número de jovens que recebem a distinção aumenta seu valor. A distinção é valiosa para cada um dos jovens porque é a sua conquista pessoal.

 

Comunicação

 

Estimule, e se possível ajude a facilitar, comunicação frequente e efetiva entre chefes e pais. Isto é especialmente importante na passagem de ramo e encontre soluções flexíveis para permitir que os jovens continuem participando do escotismo se eles também quiserem fazer outras atividades extracurrículares.

Garanta que as preparações para as passagens de ramo estão bem administradas. Chefes devem saber quem contatar nas outras seções nos seus grupos e nos grupos próximos. Jovens devem trocar de seção no ponto que for mais apropriado para eles, ao invés do momento que for mais conveniente para o chefe. Pais e jovens devem poder escolher entre seções que se reúnam em horários e dias diferentes, e receber informações sobre grupos diferentes onde isto for útil.

 

 

 

General Câmara, avançamos para reabrir o G.E. João Pellizzari de Almeida

No sábado, dia 1°. de julho, pela manhã, o 3° Distrito Escoteiro do RS realizou na cidade de General Câmara, a Palestra Informativa para a comunidade local.

Houve a presença do Prefeito Municipal, do Secretário de Educação e demais personalidades da cidade. Representações dos grupos escoteiros de Triunfo (Chama Farroupilha), Charqueadas (Jacuí), São Jerônimo (do Mar Carajás) e Arroio dos Ratos (Cerro da Raposa) possibilitaram que a grande quantidade de pessoas presentes pudessem visualizar o escotismo nesta região e se sentissem motivados a reabrir o grupo da cidade, fechado há muitos anos.

Como resultado, já temos marcada para o próximo dia 15 de julho, sábado, às 9 horas da manhã, no ginásio municipal, a reunião para a criação da Comissão Provisória para reabertura do grupo.

Foi uma manhã muito gratificante e promissora, o agradecimento para todas as pessoas que participaram ou contribuíram para este momento fica aqui registrada.

Palestra sendo apresentada

Vista parcial da plateia presente

Outra visão do público

Parte da chefia do 3° distrito presente, secretário de educação e colaboradoras.

Dona Rita, filha de João Pellizzari de Almeida, prestando depoimento sobre o escotismo em General Câmara.

Chefe Élvio, representando o G.E. do Mar Carajás, de São Jerônimo.

Chefe Luis Antônio, representando o G.E. Cerro da Raposa.

Chefe Fernando, representando o G.E. Jacuí

Chefe Mateus falando em nome do G.E. Chama Farroupilha

Romaria de Santo Amaro

O desafio é de 15 Km.

Essa é a distância que separa o distrito de Santo Amaro do centro da cidade de General Câmara e é o trajeto que os romeiros percorrem no dia 14 de janeiro.

Há 230 anos ocorre essa festa em louvor a Santo Amaro, no distrito de colonização açoriana que recebe seu nome e que já foi a sede do município.

Lançamos o desafio para o 3º. Distrito Escoteiro do RS e nesse ano de participação escoteira oficial, tivemos seis pessoas e um carro de apoio formando nosso contingente. Esperamos aumentar esse efetivo no próximo ano.

Atravessando o Rio Jacuí para São Jerônimo, uma chuva torrencial nos encontra

Atravessando o Rio Jacuí para São Jerônimo, uma chuva torrencial nos encontra

Chegando em General Câmara o tempo abre, nosso contingente está composto

Chegando em General Câmara o tempo abre, nosso contingente está composto

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A Jornada inicia

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Proteção e acompanhamento da Brigada Militar

Proteção e acompanhamento da Brigada Militar

Ponto de apoio oficial para os romeiros

Ponto de apoio oficial para os romeiros

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Belas paisagens pelo caminho

Belas paisagens pelo caminho

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No trevo de acesso para Santo Amaro, trocando de estrada, faltam 4 km

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Chegamos!

Chegamos!

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Na missa, comunhão acontecendo.

Grupo Padrão – Algumas reflexões

    A premiação de Grupo Padrão atinge doze anos de existência nos Escoteiros do Brasil, se considerarmos esse modelo atual. Houve avanços e aperfeiçoamentos, onde a migração integral para dentro do Sistema de Informação e Gerenciamento de Unidades Escoteiras (Sigue), com a abolição dos formulários em papel foi o mais relevante, mas entendemos que novas modificações poderiam ser implantadas. Não se trata de aumentar a pontuação para obtenção dos graus, mas de pulverizar as possibilidades para essa conquista.

     Estas observações se baseiam em 10 anos de experiência do Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS em concorrer ao prêmio e sempre obter ao longo dessa década o grau Ouro, sendo o segundo grupo escoteiro do Rio Grande do Sul mais laureado. Em primeiro lugar está o Grupo Escoteiro Jacuí 33 RS que sempre foi Ouro nos 12 anos, padrinho do Chama Farroupilha. Ambos fazem parte do 3º. Distrito Escoteiro do RS. Pensamos que está na hora de retribuir os progressos que o envolvimento com o grupo padrão nos permitiu, oferecendo um feedback do processo. Como sugestão para análise das pessoas competentes, apresentamos as considerações que seguem abaixo.

     A metodologia atual tem um foco muito intenso nas atividades de grupo, ao mesmo tempo que a instituição tem um apelo forte para a participação dos jovens em eventos maiores, que poderiam ser contemplados na pontuação do grupo padrão. Essa dicotomia leva a escolhas desnecessárias na montagem dos calendários das seções. Cada grupo escoteiro tem ênfase diferente nas atividades que desenvolve e a limitação das ações necessárias para a conquista da premiação poderá levar a padronização das atividades do grupo ao longo dos anos, por comodidade, o que é ruim para o método escoteiro, onde a variedade deverá ser a tônica.

     A participação em grandes atividades escoteiras como Jamborees de qualquer porte deveriam estar incluídas porque são eventos que demandam um grande esforço do grupo escoteiro e de sua comunidade. Isso incluiria os jamborees nacionais, os nacionais de outros países, os interamericanos e demais continentais e os mundiais. É inegável a onda de motivação e reciclagem que atinge um grupo escoteiro quando alguns de seus integrantes participam de um jamboree, isso merece ser reconhecido e é digno de um Grupo Padrão.

     Eventos tradicionais promovidos pelo nível nacional e aplicados pelo nível local como o Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Ecológica (Muteco) e o Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Comunitária (Mutcom) estão incluídos, todavia o JOTA – JOTI (Jamboree on the Air – Jamboree on the Internet), que é uma promoção muito mais antiga, consolidada, de aspecto mundial e com grande adesão dos grupos brasileiros, não pode ser pontuado no grupo padrão. O evento bianual Elo Nacional, que ocorre há quase quarenta anos, deveria ser parte da premiação também. Da mesma maneira, a participação em atividades nacionais ou regionais de ramo poderiam fazer parte do grupo padrão, tipo Aventura Sênior, Mutirão Pioneiro, etc.

     Ações mais recentes como o Concurso de Vídeos, a Gincana Cultural Escoteira e aqueles já consolidados como o Grande Jogo Aéreo, Grande Jogo Naval, Ajuris de modalidades e Feira Nacional de Projetos Escoteiros são exemplos de outros eventos que demandam empenho, dedicação e que poderiam refletir na pontuação do Grupo Padrão.

     Uma bandeira eventualmente levantada e que poderia ser permanente e uma política institucional dos Escoteiros do Brasil porque tem alto valor e impacto social, é a Doação de Sangue. O ramo Pioneiro e os escotistas e dirigentes assumiriam esta importante atitude como uma atividade contínua, ininterrupta, dos Escoteiros do Brasil. Ao invés de eventuais e individuais atos, a doação poderia ser cadastrada no Sigue, controlada como se faz com os Recrutadores e cada doação anual de um membro adulto registrado no grupo, resultaria em alguns pontos para o grupo padrão. Dessa maneira, seriamos permanentes doadores de sangue e saberíamos, através dos filtros do Sigue, o impacto de nosso empenho.

     Considerando a regulamentação na Resolução da Direção Nacional 02/2012 do Grupo Padrinho e dada a quantidade de esforço envolvida nesse processo, entendemos que a validade da pontuação deveria ser ampliada para três ou quatro anos. Cabe lembrar que a resolução cita o grupo padrão como argumento para sua edição mas a pontuação do grupo padrão, que era prévia a resolução, não foi adequada ao período de trabalho atual.

     Entende-se que a inclusão de itens nessa premiação também reflita aquelas áreas estratégicas, onde a instituição gostaria que os grupos escoteiros tivessem suas ações implantadas ou melhoradas. Dessa forma, estimular os grupos a participarem dos fóruns de discussão e votação é uma maneira de termos uma instituição verdadeiramente democrática e transparente, com debates ocorrendo nos locais apropriados. Por isso, pontuar a participação do grupo nas Assembleias Regionais com Delegados e nas Assembleias Nacionais seria muito importante para estimular esta presença.

     Um grupo padrão também deve manter seus escotistas e dirigentes atualizados e em contato com outros adultos do Movimento Escoteiro. Nesse sentido a participação em pelo menos um Encontro Regional de Escotistas de ramo, ou eventos semelhantes ao Encontro Nordeste de Escotistas e Dirigentes e o Congresso de Educação Escoteira deveriam estar presentes na conquista da premiação.

     Assim, além da pontuação pela formação analítica específica nos níveis preliminar, básico e avançado, os demais cursos oficiais complementares oferecidos pelas Equipes de Formadores poderiam pontuar naquele ano em que foram assistidos, tais como os eventuais Cursos Técnicos de Ramo, de Mística, de Fogo de Conselho, de Livro da Jangal, etc., favorecendo a formação continuada.

     Como modo de estimular e envolver ainda mais a participação dos jovens nesta conquista, os distintivos especiais também poderiam render alguns poucos pontos, talvez com limite por ramo, assim o grupo escoteiro poderia pontuar quatro vezes no ano com os distintivos de Cruzeiro do Sul, Lis de Ouro, Escoteiro da Pátria e Insígnia de B-P. Esse limite de pontos para o grupo padrão serviria para que essas conquistas não fossem facilitadas ou desvirtuadas, embora não limitassem as conquistas no grupo, somente os pontos ao Grupo Padrão, que isso fique bem claro. O jovem saberia que sua progressão pessoal serviu para um prêmio maior para o grupo.

     Outrossim, o uso do Calendário Anual de Atividades da Unidade Escoteira Local no Sigue, como critério obrigatório de participação não traz benefício ou aplicação direta no grupo escoteiro. Usualmente isto é preenchido somente para possibilitar a concorrência ao prêmio. Entendemos que esse item deveria ser retirado de critério obrigatório ou substituído por outro de verdadeira relevância para o funcionamento ou qualidade do grupo escoteiro.

     Após doze anos de aplicação do prêmio e de dez anos de nossa participação consolidada, entendemos que essas reflexões são necessárias porque traduzem o sentimento e as necessidades daquelas pessoas empenhadas na conquista da distinção, com o objetivo de reciclar e arejar a premiação, tornando-a mais interessante e flexível, talvez possibilitando aos grupos escoteiros transitar por meios mais abrangentes de pontuação. Aos encarregados institucionais por essa atividade nossos sinceros agradecimentos e respeito. Essa ferramenta nos ajuda muito a melhorar como grupo escoteiro.

Na Rádio Líder do Vale, programa Escoteiro em Ação

     Participamos no dia 13 dezembro, no programa Escoteiro em Ação, que é um programa de rádio totalmente dedicado ao escotismo e apresentado pelo chefe Thiago Marafigo e neste dia contou com a ajuda do pioneiro Germano, ambos do Grupo Escoteiro Peregrino. A rádio é profissional, mas os comunicadores são voluntários do escotismo como todos nós, participando ativamente do movimento.

      A rádio pode ser ouvida diariamente em http://www.radio.liderdovale.com.br

    O programa vai ao ar todas as terças-feiras, no horário das 20 às 21 horas, a história do programa e eventos futuros podem ser acompanhados em

https://www.facebook.com/programaderadioescoteiroemacao/?hc_ref=PAGES_TIMELINE

     A sugestão de pauta era conversarmos sobre Jamborees e eventos internacionais, motivados pela proximidade do JamCam Interamericano que iniciará nos próximos dias no Equador.

     A experiência foi fantástica, os apresentadores são dinâmicos, interessantes e tudo acontece no maior espirito e fraternidade escoteira.

     Sendo escoteiro ou não, se planeje para toda a terça-feira ouvir o programa porque sempre é muito interessante, com variados convidados e temas sempre diferentes. Por ser uma web rádio, pode ser ouvida em qualquer canto do mundo.

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A esquerda o pioneiro Germano e ao centro o chefe Thiago Marafigo, apresentador e idealizador do programa

O áudio da entrevista está disponível em:

3° Distrito Escoteiro RS, um novo desafio

     Então iniciamos um novo desafio, junto com os demais escoteiros da área em que moramos, optamos por ter uma vida distrital ativa e estamos nos organizando. Esperamos melhorar muita a quantidade e a qualidade de que oferecemos para nossos jovens, bem como expandir o escotismo na região. Para tal, iniciamos com uma Indaba, que descrevemos a seguir:

     O encontro foi realizado na sede do grupo escoteiro do Mar Carajás, em São Jerônimo, no dia 6 de dezembro de 2016, com duas horas de duração. Presentes 20 pessoas, dos grupos escoteiros Do Mar Carajás (São Jerônimo), Cerro da Raposa (Arroio dos Ratos), Chama Farroupilha (Triunfo), Jacuí (Charqueadas) e Presidente Costa e Silva (Taquarí).

     Houve hasteamento da Bandeira Nacional, momento de oração e jogo de interação para apresentação dos presentes.

     Brevemente, foi apresentada e estrutura geográfica do 3° Distrito atual, feito um histórico deste processo, justificativas e vantagens para os grupos escoteiros em se ter um Distrito unido e ativo.

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     Então, foi exposta e aprovada, após debate em grupos de trabalho heterogêneos, a estrutura inicial do Distrito com: um coordenador adjunto, conselho distrital, equipes de ramos e equipe de comunicação. Abaixo em anexo está esquematizada esta estrutura.

     Em seguida, os grupos de trabalho foram formados por chefes do mesmo grupo escoteiro para definirem nomes e participação na estrutura distrital, em cada ramo.

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     Após, foi aprovado o chefe Bráulio Bortoloto (GE Jacuí) como Coordenador Adjunto, que assumiu a confecção da ata do encontro em novo livro da Atas do Distrito.

     A seguir, se reuniram os chefes de um mesmo ramo, de grupos escoteiros diferentes. As Equipes de ramo foram montadas com um integrante de cada grupo escoteiro e já escolheram seus líderes para organizar o processo. Programarão posteriormente as atividades distritais que serão realizadas. O Elo Nacional em 28 e 29 de outubro de 2017 será uma atividade distrital em local a ser definido após cada grupo escoteiro discutir o assunto com os demais chefes que não puderam comparecer. Serão realizadas duas Indabas anuais, posteriores aos Encontros Regionais de Coordenadores Distritais (estes em 30/04 e 24/09).

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     Ao final, foram lançadas várias sugestões e ideias para desenvolvimento posterior, à medida que os trabalhos forem avançando e o Distrito se tornando mais estruturado, por exemplo a abertura de grupos em cidades vizinhas que não tem escoteiros, a realização de cursos de formação no Distrito, o apoio mútuo para desenvolver competências e para participação em eventos, dentre outros.

A reunião foi encerrada com a assinatura da ata pelos presentes e o arriamento do Pavilhão Nacional.

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Anexo:

Organograma do 3° Distrito

Estrutura do 3° Distrito RS

Função

Nome

Grupo Escoteiro

Coordenador Distrital

Maurício Roth Volkweis

Chama Farroupilha

Coordenador Distrital Adjunto

Bráulio Bortoloto

Jacuí

Conselho Distrital

Élvio Mariante

Carajás

Lucas Meister

Chama Farroupilha

Batistino Renner

Costa e Silva

Braulio Bortoloto

Jacuí

Luciane Menezes

Cerro da Raposa

Ramo Lobinho – Coordenador

Sabele Carvalho

Chama Farroupilha

Telmo Blanco

Cerro da Raposa

Fabiana

Carajás

Cristiane Alves Maia

Costa e Silva

Jorge Ribeiro

Jacuí

Ramo Escoteiro – Coordenador

Tiago da Silva Silveira

Chama Farroupilha

Luciane Baseggio de Menezes

Cerro da Raposa

Manoel Marques dos Santos Neto

Carajás

Allan Castro

Costa e Silva

Cristiane de Paula Fernandes

Jacuí

Ramo Sênior – Coordenador

Mateus Schenk Freitas

Chama Farroupilha

Jacson Gamalho

Cerro da Raposa

Élvio Mariante

Carajás

Marcos Silveira

Costa e Silva

Ana Paula Bortoloto

Jacuí

Ramo Pioneiro – Coordenador

Luis Antônio Duarte da Silva

Cerro da Raposa

Patrick Antônio Azzi

Carajás

Gabriel de Lima Freitas

Chama Farroupilha

Vago

Jacuí

Vago

Costa e Silva

Comunicadores

Alexsandro Castro

Letícia Motta

Direção Regional – 20 anos depois!

     Havia 20 anos que os Diretores Regionais da Região do Rio Grande do Sul não visitavam o Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183RS! O Estado é grande, muitos grupos escoteiros, agenda lotada de atividades, não é fácil estar presente nos grupos. Há que se saber esperar, que a vez chegará novamente.

     Enfim, nossa Diretora-Presidente Cristine Ritt e o Diretor Vice-Presidente Geraldo Tiarajú Barbosa estiveram em nossa sede no dia 29 de outubro de 2016.

     O clima estava fantástico, uma tarde quente, ensolarada, própria para atividades escoteiras, quando nossos diretores chegaram. Para um momento tão aguardado, convidamos os grupos da Região Carbonífera para participarem desse encontro e o Grupo Escoteiro do Mar Carajás 73RS, de São Jerônimo, acolheu nosso convite e compareceu em peso.

     Tarde de muitas alegrias, onde podemos apresentar esses dois grupos, com os jovens em atividade, ouvir a Direção Regional, confraternizar e conversar sobre os rumos do Escotismo em nossa região.

     Obrigado aos Diretores Cristine e Tiarajú, obrigado ao G.E. do Mar Carajás. Obrigado a Diretoria Local e grupo de pais do Chama Farroupilha que preparou a recepção e confraternização. A semente está plantada, agora esperamos a árvore crescer e frutificar.

Visita a sede, chefes Maurício Volkweis, Cristine Ritt e Élvio Mariante

Visita a sede, chefes Maurício Volkweis, Cristine Ritt e Élvio Mariante

 

No pátio da sede, chefes Tiarajú, Élvio, Maurício e Cristine

No pátio da sede, chefes Tiarajú, Élvio, Maurício e Cristine

Matilha ansiosa pelo momento histórico

Matilha ansiosa pelo momento histórico

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Momento de trabalho, Chefes Maurício, Daniel Franco (em pé), Krause, Cristine, Élvio, Tiarajú e Lucas Meister

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De frente, chefes Maurício, Krause e Lucas. De costas, chefes Tiarajú, Élvio e Cristine.

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Apresentação dos Diretores Regionais aos jovens dos dois grupos

Apresentação dos Diretores Regionais aos jovens dos dois grupos, oportunidade em que o chefe Morvan Oldenburg foi homenageado, resgatando uma distinção que havia se perdido no tempo.

Momento de confraterrnização

Momento de confraternização

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Parte dos chefes presentes no encontro

O Dabil e o Lucas

     Esta é uma história do Chama Farroupilha e parte dela esta publicada no livro que escrevemos, Chama Farroupilha 25 anos de história, é, portanto, a continuação.  O segundo capítulo.

     Em 1996 a tropa de escoteiros estava em plena atividade, com as quatro patrulhas funcionando com uma média de 5 escoteiros em cada uma. Participavam nesta época dois jovens escoteiros, Daniel de Souza Franco, vulgo Dabil, e Lucas Meister. Ambos foram membros da patrulha Búfalo e depois o Lucas passou para a patrulha Lobo. A troca de patrulha aconteceu por uma atitude nada escoteira, quando os dois em uma reunião de patrulha, decidiram medir forças a socos. A briga só serviu para no futuro se tornarem inseparáveis.

     Participavam como os demais jovens, em uma época onde a disputa entre as patrulhas era muito competitiva. É preciso registrar que foram muito bons escoteiros, dedicados. Embora a tropa de escoteiros estivesse bem, este foi um daqueles períodos que a tropa sênior estava com dificuldades de chefia e não estava funcionando regularmente. Então, acabaram se afastando do grupo escoteiro ao completarem 15 anos de idade. Em 25 e 26 de novembro de 2000, o Lucas ainda ajudou como assistente da tropa de escoteiros em um acampamento na Agropecuária Cidró em São Jerônimo, onde lhe demos algumas aulas de direção no Jeep Willys, dirigindo campo a fora. Este acampamento era o 2º. ASES, Acampamento de Seniores e Escoteiros no Sítio mas o Lucas era o único sênior presente, que trabalhou como assistente de tropa.

     Na prática ambos estavam afastados do grupo, até que em março de 2003 o Lucas se apresentou na sede e começou a participar novamente de forma efetiva e regular, agora como chefe. Em 2006 foi a vez de o Dabil reaparecer e eles acabaram formando uma verdadeira dupla. Ele havia decidido voltar para o grupo em 2005, motivado especialmente por ver a sua irmã, Cintia Franco, participando muito motivada. Mas surgiu uma oportunidade de estudos em São Leopoldo, com aulas justamente aos sábados e o projeto ficou para o ano seguinte. Como todos que voltavam por apenas algumas semanas, houve olhares de desconfiança que foram sepultados pela determinação.

     Iniciaram como assistentes na tropa de escoteiros, até ganharem embocadura para tocarem sozinhos. Então, o Lucas assume a chefia da tropa sênior e o Dabil passa a atuar nas duas tropas. Passamos a ter uma chefia bem mais consistente e com dois antigos escoteiros do grupo, prata da casa, só motivos para alegria. Isto foi fundamental para o crescimento e expansão do grupo porque o funcionamento regular da tropa sênior fez com que os jovens permanecessem no grupo. Na sequência, o Dabil assume cada vez mais a tropa escoteira, tornando-se o chefe de seção. Tínhamos duas tropas, uma masculina e outra feminina e a chefe da tropa de escoteiras era a Arari Alff. Por motivos pessoais ela afastou-se do grupo e as tropas foram unificadas, passamos a ter uma tropa mista, sob a chefia do Dabil.

     Contávamos novamente com uma dupla de chefes que repetia a história dos chefes Maurício Volkweis e Mateus Freitas iniciada nos primeiros anos da década de 1990, onde as semelhanças são duas pessoas com muitas afinidades porque foram membros juvenis do escotismo juntos, mesma idade, parceiros também fora do escotismo. Um vínculo muito forte de um com o outro, que se transfere para o grupo escoteiro. Você sempre se sente fortalecido e mais motivado se há um amigo junto, isto o torna mais empreendedor para novas atividades e ações no grupo, a soma destas energias sempre é muito positiva.

     Os dois jovens chefes também participaram do Jamboree Mundial da Inglaterra, em 2007, alusivo ao Centenário do Escotismo. Havia agora a vantagem que a dupla antiga (Maurício e Mateus) permanecia no grupo, pois neste momento não contávamos mais com a primeira dupla de todas a servir de pilar para o Chama, que foram o Saulo Radin e o Achiles Goldani, fundadores do grupo, e que estavam afastados de suas tropas.

     Com a chefia bem constituída e a permanência dos jovens até os 18 anos no grupo com atividades regulares e progressivas, finalmente sentimos a confiança necessária para abrirmos o Clã Pioneiro, em 2008, quando cinco jovens da tropa sênior completariam 18 anos, todos no mesmo semestre.

     Estes dois chefes deram um fôlego novo e arejaram bastante o grupo, pelas suas capacidades, envolvimento, ideias e entusiasmo. Mas também em 2008, o Lucas se muda, indo morar em Caibaté e afastando-se do Chama Farroupilha. Em 2009 ainda realiza seu registro no grupo, quando então nos surpreende com uma novidade maravilhosa. Estava fundando um novo grupo escoteiro lá, mas isto foi assunto para outro capítulo no livro.

     Então, em 2016, após 8 anos, o Lucas Meister volta a morar em Triunfo, depois de residir em diversos lugares do Brasil. Naquele intervalo, o Dabil também se mudou de Triunfo mas não se afastou do grupo, e após algum tempo também acabou voltando a morar aqui.

     Naturalmente, a dupla se formou novamente, em agosto de 2016! Estão juntos na chefia da tropa escoteira e todos sentimos uma alegria imensa e temos absoluta certeza de que os jovens desfrutarão muito das atividades planejadas e realizadas pela dupla novamente em ação.

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Curso Técnico de Vivência do Ramo Pioneiro

     Nos dias 20 e 21 de agosto de 2016 ocorreu o curso de vivência do ramo pioneiro, no campo-escola João Ribeiro dos Santos, próximo a Porto Alegre.

     Envolvendo mais de 20 pessoas entre alunos do curso e formadores, o desenvolvimento proporcionou uma série de experiências que fazem parte da vida de um clã formado pelos alunos do curso, que vivia o momento de transição entre um ciclo de programa para outro.

     Dentre os diversas temas trabalhados, houve debates sobre diferentes tópicos como diversidade, espiritualidade, jogos, carta pioneira, participação de projetos em andamento, papel do mestre, etc. A interação e troca de experiências com outros mestres também é um dos pontos altos do encontro.

     Neste formato, permite atualização e reciclagem rápida sem a necessidade de passar pelo esquema formal. Não substitui nenhum dos outros cursos regulares, mas é um interessante complemento ou opção porque possibilita que chefes novos e antigos participem juntos, troquem experiências e compartilhem vivências.

     Parabéns a equipe, em particular ao Mestre Marlon Benites, diretor do curso.

Lenços dos grupos participantes do evento

Lenços dos grupos participantes do evento

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Prática de jogos

Prática de jogos

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Jantar de sábado à noite

Jantar de sábado à noite

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Me sinto velho e fraco

“O que fazer não sei, me sinto velho e fraco, à Gilwell vou voltar e um curso assim que possa vou tomar”

Canção de Gilwell, adaptada

 

     Então, esse é o sentimento. O escotismo desperta uma ânsia de participar, de contribuir, de ver os jovens crescerem, de ser o mediador das descobertas, aquele que permite muitas experiências novas.

     A motivação do educador é fundamental, o apito na boca às vezes fica pesado, cansa. Passamos por diversos ciclos, aqueles em que estamos mais envolvidos, motivados, entusiasmados, aqueles onde ficamos indiferentes, com pouca paciência, quando pouca coisa nos emociona e pequenas frustrações assumem importância e você sabe que poderia estar fazendo mais pelo escotismo. Naturalmente esses ciclos parecem se suceder um após o outro, indefinidamente. Pelo menos tem sido assim nestes 35 anos de Movimento, a paixão vira amor, depois convivência e de repente tudo se inflama e volta a paixão.

     Mas podemos quebrá-los. Abreviar o ciclo ruim e tornar o apito leve novamente. Um fato é necessário. Algo tipo novos jovens na tropa, um Jamboree, uma nova função, etc. Dessa vez, voltaremos ao Campo Escola João Ribeiro dos Santos, para assistir mais um curso, fazer novas amizades, conversar com outros chefes, na expectativa de se sentir menos “velho e fraco”, achando que ainda é possível ajudar a educar as crianças. Será um curso técnico de vivências do ramo pioneiro. A expectativa é enorme.

Referência da imagem: http://escoteirosdohc.blogspot.com.br/2011/02/abertas-inscricoes-para-o-curso-basico.html

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Visita ao grupo escoteiro italiano Pisa 5

Aproveitando viagem de estudos e trabalho a Universidade de Pisa, realizamos contatos com grupos escoteiros locais e pudemos visitar o Grupo Escoteiro Pisa 5, ligado a Associazione Guide e Scouts Cattolici Italiani (AGESCI).

Participamos de parte da reunião, que acontece nas quartas-feiras, das 18 hrs as 20 hrs, exceto para os lobinhos que se reúnem nos sábados.

Fomos muito bem recebidos por todos os chefes, pudemos conversar bastante e observar os jovens em atividades, que aliás, desenvolviam algo muito escoteiro: treinavam montagem de pionerias e tinham instrução sobre uso de ferramentas.

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Ao fundo, muitas bicicletas, o meio de transporte preferido para ir à reunião.

 

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Um reconhecimento especial a chefe Laura (a segunda da esquerda para a direita) que possibilitou a visita.

O Grupo Pisa 5 possui uma boa sede, com amplo pátio, na região central de Pisa, com fácil acesso.

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Assim como no Chama Farroupilha 183RS, também há uma patrulha Águia

Assim como no Chama Farroupilha 183RS, também há uma patrulha Águia

A experiência foi muito interessante e proveitosa. Como lembrança, deixamos alguns distintivos brasileiros para serem distribuídos aos jovens e recebemos alguns outros de presente da chefia do grupo.  Novas amizades formadas em um daqueles momentos mágicos que só o escotismo oferece.

 

Obrigado, ENRI e DEN

Foi um período muito gratificante esse em que colaboramos com a Equipe Nacional de Relações Internacionais.

Uma equipe maravilhosa, que muito trabalhou nesse período. Em nome do Comissário Internacional, Felipe de Paulo, agradeço a todos os colegas de equipe, especialmente pelas muitas lições aprendidas e o constante processo de aperfeiçoamento.

A Direção Nacional e a toda a Equipe do Escritório Nacional, agradeço  especialmente ao nosso Diretor Presidente Marco Romeu Fernandes.

Voltei de viagem e encontrei essa grata surpresa! Diploma de Mérito Nacional.

Muito obrigado à todos.

merito nacional ENRI 2016

Escoteiros pela Igualdade – Scouts for Equality

escoteiros pela igualdade distintivo

Falando sobre inclusão, conheça o movimento “Escoteiros pela Igualdade” e pratique atitudes positivas no seu cotidiano.

Após o contato inicial via site (endereço abaixo), distintivos são enviados obsequiosamente aos que quiserem e cabe a cada indivíduo difundir a iniciativa e praticá-la.

escoteiros pela igualdade

 

 

Aniversário dos 30 anos

Fundado em 1 de maio de 1986, o Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS completa em 2016, 30 anos de fundação e de contínua atividade.

Para comemorar a data, o grupo realizou uma cerimônia e um almoço no centro da cidade de Triunfo, na praça Bento Gonçalves e no Salão Paroquial da Igreja Matriz, no dia 23 de abril, dia do Escoteiro.

Na oportunidade, lobinhos receberam especialidades, dois jovens realizaram a Promessa Escoteira e escotistas e dirigentes foram homenageados e condecorados.

O evento contou com a presença do Grupo Escoteiro do Mar Carajás 73 RS, da cidade vizinha de São Jerônimo, além de diversas pessoas da comunidade, muitas envolvidas na fundação do grupo.

Nos 30 anos do Grupo foram homenageados os chefes Mateus Freitas, José Carlos Krause Lopes, Berenice Teixeira Lopes, Daniel de Souza Franco e Rafael Conzatti Umann; também homenageadas as dirigentes Daniela Gravina Delavi e Zorika Tavares Schubert.

Para registro, o Quadro de Honra de adultos do Chama Farroupilha tem a seguinte composição ao longo destes 30 anos:

Mateus Schenk Freitas

Gratidão Ouro

Gratidão Bronze

Bons Serviços 20 anos

Bons Serviços Prata

Daniel de Souza Franco

Gratidão Ouro

Bons Serviços 10 anos

Bons Serviços 5 anos

Berenice Teixeira Lopes

Gratidão Ouro

Bons Serviços 10 anos

José Carlos Krause Lopes

Gratidão Ouro

Bons Serviços 10 anos

Saulo Ernani Radin

Gratidão Ouro

Maurício Roth Volkweis

Gratidão Bronze

Bons Serviços Ouro

Zorika Tavares Schubert

Gratidão Bronze

Daniela Gravina Delavi

Gratidão Bronze

Rafael Conzatti Umann

Elvis Sarmento

Bons Serviços 15 anos

Bons Serviços 10 anos

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Condecorações entregues aos chefes e dirigentes Daniel de Souza Franco, Berenice Teixeira Lopes, José Carlos Krause Lopes, Mateus Schenk Freitas, Rafael Conzatti Umann, Daniela Gravina Delavi e Zorika Tavares Schubert.

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Sra. Ângela Kober, que gentilmente atuou como mestre de cerimônias no evento. Os agradecimentos do Chama Farroupilha por abrilhantar a cerimônia.

 

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Então, 30 anos!!

Valeu a pena?
Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador,
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”  
Fernando Pessoa
 
     Eu era escoteiro na cidade vizinha, todos os sábados depois do almoço pegava a lancha para o outro lado da margem já há quatro anos para participar no grupo que meu avô havia fundado há quase vinte anos. Atravessava o rio Jacuí, participava da reunião, as vezes ficava na casa da vó, as vezes voltava para casa, no verão ia para o Clube do Comércio tomar banho de piscina junto com os outros escoteiros, depois da reunião. Desde os 8 anos de idade fazia isso, tempo em que uma criança daquele tamanho podia fazer isso sozinha, sem perigo algum.
     Foi quando fundaram um grupo em Triunfo, me convidaram para ser escoteiro lá, não precisaria mais cruzar o rio, todos eram meus amigos, gurizada da escola, da rua, da cidade. Mas como trair meu avô? Nem pensar.
     Então, em março de 1987 os adultos não se entenderam mais em São Jerônimo, meu avô deixou o escotismo após 40 anos, eu fiquei quase seis meses no limbo, vivendo o luto. Mas ele me deixou bem livre para seguir o caminho que quisesse, inclusive permanecer no grupo que ele saíra. Desisti de atravessar o rio, no segundo semestre de 1987 entrei para o Chama Farroupilha, que havia sido fundado em maio de 1986, já contava um ano e pouco.
     Olho para trás agora e nem sei dizer o quanto esse grupo me envolveu, me absorveu, ocupou meus compromissos, minha vida pessoal e familiar, quanto tempo, viagens, dedicação e dinheiro investidos. Aliás, até sei, porque há cinco anos escrevemos o livro com essas histórias, quando o grupo completou 25 anos de fundação. 
 
   Meus pais me alertavam:
” – Tu vai ficar fanático por escotismo como o teu avô!” Fato que não ocorreu, porque fiquei muito mais fanático e envolvido do que ele, passei batido.
   Depois de tanto tempo e dedicação, tantos jovens que passaram e estão no grupo, olhando a situação atual, o coração é pura emoção ao se aproximar o aniversário de 30 anos do Chama Farroupilha 183 RS. Vivemos dias muito felizes, dias muito tristes como quando alguém nos deixa para sempre, tudo parte da grande aventura de viver, de se relacionar com as pessoas, de ter amigos, de ser parte de uma comunidade. A grande alegria é ver que a família escoteira em Triunfo só cresce, cada vez mais pessoas, cada vez mais laços de fraternidade.
     Olhando para a frente agora, ainda tem muita estrada para caminhar, ela não terá fim. Que Deus nos abençoe e possamos estar cada vez mais dedicados para os jovens.
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2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016

Por NOVE anos consecutivos o Grupo Escoteiro Chama Farroupilha 183 RS, localizado na cidade de Triunfo, RS, conquista o Troféu Grupo Padrão dos Escoteiros do Brasil, sempre no nível Ouro.

O ano de 2015 foi realmente muito rico, inciando com o Jamboree Nacional em Natal, acampamento de grupo com demonstração de radioescotismo pelo chefe Christian Horbe, do GE Tapejara; visita ao GE Jacuí, Muteco, Mutcom, Elo Nacional com o GE Carajás, de São Jerônimo; Joti, participação no III AGAARS (Acantonamento Geral das Alcateias Amigas do RS); e pela primeira vez um sênior do grupo conquistou o Distintivo de Escoteiro da Pátria (Henrique Tavares Schubert), solenidade prestigiada por nosso Coordenador Distrital, Sérgio Senna; entre tantas outras atividades diferentes e inovadoras que foram realizadas e que permitiram vencer um certo isolamento geográfico que enfrentamos.

No Rio Grande do Sul, somente o Grupo Escoteiro Jacuí 33 RS, da cidade vizinha de Charqueadas, possui mais títulos, pois concorre desde o início do prêmio. O Jacuí é o grupo-padrinho do Chama Farroupilha, com prazer seguimos os passos do dindo.

Em maio deste ano o grupo completará 30 anos de fundação. Uma história rica, com muitos motivos para comemorar e uma parceria constante com a comunidade da cidade de Triunfo, sempre participativa e acolhedora dos anseios e sonhos de nossos jovens e dos ideais de sua chefia e dirigentes.

A quem quiser nos conhecer, está convidado a partir de algum sábado de março, a nos visitar em nossa sede, em Triunfo, na Rua Vereador Adão Tavares da Silva 213, no centro da cidade.

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Chefe Krause e o sênior Henrique, o primeiro Escoteiros da Pátria do Chama Farrouilha

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Alcateia no AGAARS 2015